Brasileiro é condenado a 12 anos de prisão nos EUA por lavagem de dinheiro
A Justiça dos Estados Unidos condenou o brasileiro Ygor Fokin Saviolli , de 35 anos, a 12 anos de prisão por atuar como gerente e supervisor de uma organização de lavagem de dinheiro que movimentou mais de US$ 30 milhões em recursos ilícitos , incluindo valores provenientes do tráfico de drogas .
A sentença foi anunciada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos na última sexta-feira (16).
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Veja as condenações: Gabriel Cezar Menezes, 29 anos, brasileiro: 7 anos e 10 meses de prisão; Omar Aliperti De Mello Correa, 34 anos, americano: 2 anos e 6 meses de prisão; Leandro De Avila Gonçalves, 43 anos, brasileiro: 2 anos de prisão; João Andrade De Mello, 29 anos, brasileiro: 1 ano e 1 dia de prisão; Tadeu Sebastiane Rabelo Alves Barbosa, 30 anos, brasileiro: 1 ano e 1 dia de prisão.
A CNN Brasil tenta localizar a defesa dos citados.
O espaço segue aberto para manifestação.
Como funcionava o esquema Segundo o Departamento de Justiça americano, os integrantes da organização coordenavam a atuação de mensageiros nos Estados Unidos para receber grandes quantias em dinheiro da venda de substâncias controladas.
Em seguida, os valores eram depositados em bancos de diferentes regiões do país para ocultar a origem e permitir que os lucros fossem devolvidos, entre outros destinatários, a fornecedores de drogas que operavam fora dos Estados Unidos .
EUA acusam brasileiros de elo com PCC e bloqueiam bens; entenda | CNN PRIME TIME As investigações apontaram que dezenas de coletas de dinheiro realizadas em diferentes partes do país eram coordenadas por meio de mensagens no WhatsApp , que envolviam facilitadores e mensageiros.
De acordo com a Justiça americana, Saviolli financiava o início das operações do esquema e supervisionava o recebimento e a lavagem de grandes quantias provenientes do tráfico de drogas.
Investigação Em junho de 2026, o tribunal distrital aceitou as declarações de culpa dos réus por conspiração para cometer lavagem de dinheiro.
O caso foi investigado pelo FBI, com assistência do escritório da Administração de Combate às Drogas dos Estados Unidos (DEA) em Rochester e do escritório do adido da agência em Brasília.
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