Candidato ao Governo do RN, Rodrigo de Bolsonaro promete criar banco e contratar 17 mil agentes de segurança; veja entrevista
Rodrigo de Bolsonaro foi o terceiro entrevistado pela Inter 1 Lucas Cortez/Inter TV Cabugi O candidato Rodrigo de Bolsonaro (AGIR) prometeu criar um banco público e contratar 17 mil profissionais para a área de segurança pública caso seja eleito governador do Rio Grande do Norte.
Durante a entrevista, ele defendeu o aumento da arrecadação por meio da atração de indústrias, mas não detalhou de onde viriam os recursos nem como seriam executadas algumas das propostas apresentadas no plano de governo. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp 🗳️ Veja a página especial das Eleições 2026 no RN Rodrigo de Bolsonaro afirmou que pretende atrair empresas para o estado por meio de incentivos e da criação de centros industriais.
Segundo ele, o Rio Grande do Norte tem áreas pertencentes ao Estado que poderiam ser utilizadas para a instalação de indústrias.
O candidato citou como exemplo a Paraíba, que, segundo ele, teria registrado crescimento no setor industrial.
Rodrigo também mencionou a possibilidade de oferecer terrenos e isenção de custos por 20 anos para empresários interessados em investir no estado.
Questionado sobre como a concessão de incentivos fiscais poderia aumentar a arrecadação, ele afirmou que a chegada de grandes empresas geraria empregos e faria o dinheiro circular na economia potiguar.
“Mais investimento que eles fazem.
Eles vão fazer investimento aqui de bilhões.
Não vão ser um milhão, dois milhões, três milhões, não.
São bilhões e geração de emprego.
Circula aqui no Estado o dinheiro”.
As próximas entrevistas são: Quinta-feira (17): Allyson Bezerra (União Brasil) Sexta-feira (18): Professor Robério Paulino (PSOL) Já foram entrevistados: Segunda-feira (14): Álvaro Dias (PL) Terça-feira (15): Cadu de Lula (PT) Profissionais na segurança Uma das principais propostas do plano de governo de Rodrigo é a contratação de 17 mil profissionais para a área de segurança pública.
A previsão apresentada inclui: 10 mil policiais militares; 5 mil policiais civis; 2 mil policiais penais.
Questionado sobre como pretende ampliar o efetivo, diante do comprometimento de aproximadamente 56% da receita do estado com despesas de pessoal, ele afirmou que “dinheiro tem” e o que estaria faltando no Estado seria "gestão".
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio Grande do Norte.