Caiado defende vacinas e modernizar o SUS ao lançar medidas para saúde
O candidato à Presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, apresentou nesta terça-feira (18) um pacote de propostas para a área da saúde e defendeu a retomada da confiança da população na ciência e nas vacinas.
A agenda faz parte da estratégia da campanha de apresentar o plano de governo por áreas temáticas.
Ao falar sobre vacinação, Caiado afirmou que o Brasil já foi referência internacional em imunização e disse que pretende fazer uma campanha nacional para recuperar a adesão da população às vacinas.
“O Brasil já foi referência em imunização, país que era citado como aquele que conseguiu debelar doenças virais por capacidade de conseguir chegar a 90% da população vacinada.
Ao assumir a Presidência, quero fazer uma campanha para conclamar a população para que volte a entender a importância das vacinas” , afirmou.
Leia Mais Haddad diz ser democrata e que Marçal deve "disputar se for habilitado" Vou usar no limite da lei, diz Flávio sobre imagem de Jair na campanha CNN entrevista José Roberto Arruda, candidato ao governo do DF Durante o lançamento das medidas, questionado diretamente sobre o negacionismo em relação às vacinas durante o governo Jair Bolsonaro, Caiado evitou fazer uma crítica nominal ao ex-presidente, mas fez uma referência indireta à condução da pandemia.
Segundo o candidato, em uma democracia é necessário conviver também com pessoas que não acreditam na ciência, mas os efeitos dessa postura podem ser graves.
Caiado também afirmou que é preciso respeitar as cerca de 700 mil pessoas que morreram de Covid-19 no país.
A defesa da vacinação ocorre em um programa que teve a colaboração do ex-ministro da Saúde Henrique Mandetta, que comandou a pasta no início da pandemia e deixou o governo Bolsonaro após divergências com o então presidente sobre a condução da crise sanitária.
Mandetta participou da elaboração das quase 40 propostas para a área junto a outros médicos .
Críticas a repasses de verba Caiado também direcionou críticas ao governo federal e ao Ministério da Saúde.
O candidato acusou o PT de privilegiar municípios administrados pelo partido na distribuição de recursos da saúde e afirmou que há, atualmente, problemas de direcionamento e subfinanciamento dos repasses federais.
Uma das propostas apresentadas é o enfrentamento do que a campanha chama de “subfinanciamento da saúde pela União”.
O programa prevê que os recursos da saúde não sejam contingenciados, em uma referência ao que Caiado afirma ocorrer desde 2002.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.