Prefeitura de Curitiba apresenta defesa ao TCE após a suspensão da licitação do ônibus
A Prefeitura de Curitiba apresentou defesa ao Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) após a suspensão da licitação do transporte coletivo da capital.
Mesmo com os esclarecimentos enviados pela Urbanização de Curitiba (URBS), a medida cautelar foi mantida, e o processo continua parado.
A licitação dos ônibus de Curitiba continua suspensa após o TCE-PR manter a decisão cautelar.
A Prefeitura apresentou defesa e afirma que as linhas integradas à Região Metropolitana são compartilhadas e não geram cobrança em duplicidade.
Foto: Divulgação/URBS Em entrevista coletiva concedida nesta quarta-feira (21), o presidente da Urbs, Ogeny Pedro Maia Neto, afirmou que a defesa apresentada no tribunal se concentrou na integração entre as linhas municipais e metropolitanas.
Segundo ele, os trajetos questionados não representam serviços sobrepostos , mas operações compartilhadas entre a prefeitura e o Governo do Paraná, por meio da Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep).
“A defesa apresentada pela Urbs é justamente que as linhas são compartilhadas.
Elas não são linhas sobrepostas.
Não há sobreposição de linhas, não há sobreposição e duplicidade de recursos, uma vez que elas são compartilhadas”, declarou A suspensão foi determinada pelo conselheiro Fabio de Souza Camargo e atinge os cinco lotes da concorrência municipal.
O TCE-PR apontou possíveis incompatibilidades entre os editais da Urbs e da Amep, incluindo dúvidas sobre a operação de linhas, o uso de terminais e estações-tubo e a divisão dos custos entre as futuras concessionárias.
Urbs diz que integração evita cobrança duplicada O presidente da Urbs negou que os passageiros possam pagar duas vezes para percorrer trajetos que conectam Curitiba a municípios da Região Metropolitana.
De acordo com ele, o compartilhamento das linhas permite que os ônibus dos dois sistemas atendam os usuários em uma única operação.
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Essas linhas integradas são compartilhadas.
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