Justiça barra candidatura de suspeito de envolvimento com facção no Amapá
O Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) indeferiu, nesta semana, o registro de candidatura do advogado Hugo Barroso Silva, o Dr.
Hugo (Republicanos), ao cargo de deputado estadual.
Ele teve o pedido negado após a Corte apontar a suspeita de uma suposta ligação com uma facção criminosa que atua no estado.
A decisão tem como base o artigo da Constituição que proíbe que legendas partidárias usem organizações paramilitares, armadas ou de natureza semelhante.
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“A Constituição Federal veda expressamente a utilização de organizações criminosas por partidos políticos é norma autoaplicável.
Portanto, não há necessidade de nenhuma lei infraconstitucional para poder fazê-la incidir durante a análise dos registros de candidatura”, argumentou.
A procuradora apontou provas que mostram que Dr.
Hugo teria ligações com a facção Família Terror do Amapá.
No processo, foram expostas conversas em que os criminosos presos citam o nome do advogado como um interlocutor.
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1 de 3 Advogado teve candidatura indeferida pelo TRE-AP Divulgação 2 de 3 Dr.
Hugo é suspeito de ter ligações com facção criminosa no AP Divulgação 3 de 3 Urna eletrônica Reprodução/Redes Sociais De acordo com a ação na Justiça, foram interceptadas mensagens do líder de facção criminosa Ryan Richelle dos Santos Menezes, conhecido como “Tio Chico”, em que ele cita a relação com Dr.
Hugo.
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