Em reunião com sindicatos, Bocalom critica terceirização e pede união para “salvar o Acre”
O candidato ao governo do Acre Tião Bocalom (PSDB) afirmou nesta segunda-feira (14), durante reunião com representantes de 23 entidades sindicais, que pretende contar com a participação dos servidores e das categorias na discussão de medidas para a administração estadual caso seja eleito.
Foto: Sérgio Vale Ao falar sobre a terceirização, Bocalom afirmou que o modelo pode representar um custo maior para o poder público do que a contratação direta de servidores.
Segundo ele, um funcionário terceirizado pode custar até três vezes mais ao Estado.
“Uma das coisas que foi falado aqui, essa questão da terceirização, realmente a coisa é pesada.
Um funcionário é mais barato se ele for direto pelo Estado do que para terceirizar.
Para terceirizar chega três vezes”, afirmou.
Foto: Sérgio Vale O candidato também citou a experiência da Prefeitura de Rio Branco e disse que, durante sua gestão, houve redução da terceirização.
Segundo Bocalom, a medida envolveu mais de 3 mil funcionários.
“Na questão previdenciária, né? A prefeitura não mexeu muito isso.
Vocês sabem, quem está acompanhando lá, nós reduzimos bastante a terceirização, porque eu entendo dessa forma também”, disse.
Bocalom afirmou ainda que, caso eleito, não pretende tomar decisões sem antes discutir as medidas com os representantes dos servidores.
Ele pediu a confiança dos sindicalistas e disse que pretende construir as soluções em conjunto.
“Eu só penso e me confio.
Porque se eu fosse marinheiro de primeira viagem, se eu não tivesse que mostrar, mas eu tenho.
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