Ana Paula Renault, que venceu o BBB 26, atrai fãs eufóricos para mesa do SP2B
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Vencedora do Big Brother Brasil, Ana Paula Renault parecia uma diva pop no SP2B desta sexta. Ou, ao menos, foi o que o público deu a entender enquanto via sua mesa, no palco Bespoke. Horas antes do bate-papo, fãs da jornalista já formavam uma enorme fila para garantir bons lugares ali.
Com uma vasta lista de painéis, o festival SP2B tem parceria com a Folha e discute empreendedorismo e inovação até este domingo, no parque Ibirapuera.
Renault conversou com quatro empreendedores da moda, Daniela Lima, da Nega Lora Acessórios, Julia Maria, da Ser’Tão Encantado, Cristiano Bronzatto, da Louloux Shoes, e Juliana Detilio, da Fitlegs. A conversa mostrou como cada um alavancou suas vendas e número de seguidores graças à participação e à onda de sucesso de Renault no reality .
Bronzatto, por exemplo, contou como um sapato de sua marca chegou a esgotar após a jornalista arremessar o modelo em outro participante durante o programa. Outras peças nem precisaram de briga para viralizar, caso de um lenço da Ser’Tão Encantado que a "sister" usava no programa.
"A Globo pôs um holofote em cima de todos nós, eu me incluo", disse Renault. "Mas se não fossem o talento e o trabalho muito árduo que vocês sempre praticaram, nada teria ido para frente ou alcançado esses números maravilhosos que vocês conseguiram."
A ex-BBB relembrou alguns dos apelidos que ganhou dos "brothers", como "bruxa" e "feiticeira", além de brigas que a consagraram como o ícone da edição.
Mais cedo, a psicanalista Carol Tilkian , colunista do jornal, participou de um bate-papo com Juliana Sawaia, cientista e consultora, e Carol Romano, uma das fundadoras da Futuro. No espaço Beginning, conversaram sobre as relações humanas na era contemporânea, abordando trabalho, amor e o vício em telas.
"A gente está se relacionando menos. As pessoas querem relações, mas não querem se relacionar", afirmou Tilkian. "Existe um medo de não ser bom o suficiente para o outro, seja para um parceiro romântico, familiar ou de trabalho. Estão trazendo a lógica produtiva para as relações pessoais."
A psicanalista ainda disse que "em uma época de canetinhas emagrecedoras, as pessoas também não querem pesar as relações". Ou seja, evitam desabafar sobre suas insatisfações, o que pode gerar problemas a longo prazo.
Segundo Tilkian, tudo se torna pior com o vício em telas, já que existe a tendência de se comparar o tempo todo e ter dificuldades para se concentrar até mesmo em conversas com quem amamos.
No horário de almoço, um debate sobre a relação da geração Z com o mercado de trabalho lotou o espaço Beyond. No palco estavam Mari Galindo, autora de "GenZ: A Geração Não Óbvia" e fundadora da Nice House, e Felipe Zanucci, executivo do LinkedIn. O painel girou em torno de estereótipos associados àqueles nascidos entre os anos de 1995 e 2010.
Desde que parte dessa geração começou a trabalhar, se popularizou a ideia de que ela seria arrogante e preguiçosa.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.