Corinthians e Caixa confirmam avanço por quitação da Neo Química Arena
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal deram um passo importante nas negociações para encontrar uma solução para a quitação da dívida da Neo Química Arena.
Em reuniões realizadas nesta sexta-feira (16), as partes assinaram um acordo de confidencialidade sobre as tratativas — algo as partes consideram como um avanço significativo.
Corinthians e Caixa, em nota oficial conjunta, confirmaram o avanço das negociações.
Ainda assim, o acordo final deve demorar alguns dias para ser assinado, apesar do otimismo das duas partes.
Pelo Corinthians, participaram da reunião o presidente Osmar Stabile, o diretor jurídico Pedro Soares e o diretor cultural Rafael Castilho, além de membros do Gaviões da Fiel, como Alê, Serginho e Fantasma, presidente e vices da torcida organizada.
Leia Mais: Organizada do Corinthians cobra afastamento de Memphis e saída de dirigente Corinthians bate Colo-Colo e estreia com vitória na Libertadores Feminina Osmar Stabile desiste de reeleição no Corinthians; veja lista de candidatos Pelo lado da Caixa, Carlos Antônio Vieira Fernandes, presidente da instituição, e Guilherme Boulos, ministro-chefe da Secretaria-Geral da presidência da república, também marcaram presença na reunião.
Conforme revelado pela reportagem em abril , o Corinthians negocia com a Caixa Econômica Federal os naming rights do estádio , e vê com otimismo a chance de mudança.
Uma das ideias estudadas pela Caixa Econômica Federal é de batizar o estádio com o nome de algum produto da instituição.
Além de ter o naming rights do estádio, o banco ainda pode adquirir outros ativos do Corinthians na negociação, como a transferência das operações financeiras do clube e também a anexação do programa Fiel Torcedor.
Atualmente, o Corinthians recebe cerca de R$ 21 milhões da Hypera Pharma pelo “Neo Química” no nome do estádio.
Após a realização do valuation, estudo feito para levantar o valor de marca, o clube do Parque São Jorge acredita que o estádio valha, pelo menos, na casa dos R$ 70 milhões anuais.
Vale lembrar que o Corinthians tem uma dívida de aproximadamente R$ 660 milhões com a Caixa Econômica.
A possibilidade de troca de nome é, justamente, com o intuito de zerar a pendência do clube do Parque São Jorge com o banco estatal.
A multa para a rescisão do contrato entre Corinthians e Hypera Pharma, dona do naming rights atual do estádio , caiu para cerca de R$ 50 milhões no segundo semestre de 2025.
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