Lula planeja proibir ‘bets’ para reagir nas pesquisas e instaura pânico no futebol
SÃO PAULO, SP — O governo federal, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), prepara uma medida provisória para restringir apostas e jogos de azar online, gerando forte reação no futebol brasileiro.
A iniciativa ocorre em meio a esforços para desviar o noticiário dos escândalos no Supremo Tribunal Federal (STF) e conter o avanço de Flávio Bolsonaro (PL) nas pesquisas para as eleições de outubro.
Algumas sondagens já indicam o filho de Jair Bolsonaro, ex-presidente condenado como líder de uma trama golpista, à frente de Lula em um eventual segundo turno.
Diante desse cenário, o petista intensifica a busca por novas pautas para afastar o foco da crise institucional.
O governo Lula planeja uma medida provisória para restringir ou proibir apostas online , gerando tensões com o setor de futebol.
A ação ocorre em um momento político estratégico, visando desviar a atenção de escândalos no STF e enfraquecer o rival Flávio Bolsonaro.
Clubes de futebol alertam para o risco de insolvência do esporte e proliferação de plataformas clandestinas caso a regulamentação mude drasticamente.
Em apenas um dia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um reajuste de 15% no Bolsa Família, o maior programa social do país, que atende 19,2 milhões de beneficiários.
Simultaneamente, prometeu oferecer canetas emagrecedoras de graça pelo Sistema Único de Saúde (SUS), enquanto a medida provisória sobre as “bets” é finalizada.
A repercussão no futebol brasileiro Embora a ofensiva ainda não seja oficial, ela já provocou reações acaloradas no futebol brasileiro.
Campeonatos, clubes, emissoras esportivas e até jornalistas dependem significativamente do financiamento das casas de apostas.
Os principais times do país divulgaram um comunicado conjunto expressando preocupação.
Eles afirmam que “inviabilizar” o modelo atual abriria caminho para “plataformas clandestinas, que não pagam impostos nem respeitam limites”, o que representaria um “golpe fatal para o futebol brasileiro e levando muitos clubes à insolvência”.
A nota, assinada por agremiações como Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Santos, Flamengo, Fluminense, Botafogo, Vasco e Cruzeiro, aponta que “o torcedor não pode pagar essa conta.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em istoe.com.br — o conteúdo pertence a IstoÉ.