Barbieri avalia pênalti como determinante em derrota, mas não alivia erros do Juventude
Juventude 0 x 2 Athletic | Melhores momentos | 28ª rodada | Brasileirão Série B 2026 Depois de três meses invicto dentro de casa, o Juventude perdeu para o Athletic por 2 a 0 e deixou a liderança da Série B.
O técnico Maurício Barbieri avaliou o pênalti que originou o primeiro gol da equipe mineira como determinante para a derrota, mas não tirou a responsabilidade da equipe que, segundo ele, teve domínio do jogo e desperdiçou chances de abrir o marcador. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google – Produzimos para fazer os gols, não conseguimos, não fomos eficientes e acho que defensivamente, até em relação a outros jogos (Atlético-GO e CRB) conseguimos minimizar, ou não deixar que o adversário criasse tanto, mas foram dois erros determinantes, um resultado ruim, mas é o que é, não tem como mudar.
Agora precisamos tentar buscar esses pontos fora de casa, em outras situações e circunstâncias. – É claro que é determinante para o resultado (pênalti).
Agora não adianta eu vir aqui e jogar tudo isso na conta deles (arbitragem), a gente tem que assumir nossa responsabilidade – acrescentou.
Raí Silva - Juventude x Athletic Fernando Alves/EC Juventude Apesar de concordar com a marcação, Barbieri qualificou como "incompreensível" os critérios adotados pelo árbitro Savio Perreira e citou pênalti não assinalado por ele em empate contra o Fortaleza, estendendo as críticas ao VAR, que na oportunidade não solicitou a revisão. – Mais uma vez o mesmo árbitro em um jogo nosso, em casa, tem critérios absolutamente díspares, são incompreensíveis.
Lances que são absolutamente semelhantes que ele pelo menos tenha a mesma conduta, se depois ele vai ter outra escolha, ok.
Que ele vá no VAR nesse lance e que ele vá no VAR no lance do Fortaleza – criticou Barbieri.
Maurício Barbieri - Juventude Reprodução/Redes Sociais Para o treinador, a posição do Juventude na tabela e a boa sequência no Brasileirão, tornam a equipe visada e influenciam na postura dos adversários.
Apesar de entender que o Juventude foi dominante, admitiu a necessidade de buscar novas alternativas e dinâmicas para furar os bloqueios defensivos. – Tem uma dinâmica diferente à medida que enfrentamos, principalmente, um adversário que joga entre aspas, sem responsabilidade.
Tivemos o domínio, criamos chances e não acho que fomos anulados em nenhuma questão.
Alguns jogadores não conseguiram apresentar aquilo que normalmente apresentam e talvez tenha atrapalhado a ansiedade, a expectativa de fazer os gols, a necessidade do resultado. – Mas reconheço que a gente precisa encontrar alternativas, talvez novas dinâmicas para tentar furar esse bloqueio quando vem jogar aqui, e tentar resultados diferentes – completou.
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