Explicamos o sucesso do Montevideo Torque, primo pobre do City, que mira inédita final de Sul-Americana
Há um quarto elemento nas semifinais da Copa Sul-Americana que foge à tradição dos restantes.
De um lado da chave, o hexacampeão da Libertadores Boca Juniors enfrenta o gigante Vasco da Gama .
Do outro, o também enorme clube brasileiro Atlético Mineiro duela com o modesto Montevideo City Torque , a primeira “filial” do Manchester City na América do Sul.
A equipe da capital uruguaia nunca conquistou um título internacional ou, ao menos, de primeira divisão em seu país.
Acabou de entrar na maioridade: fundado apenas em dezembro de 2007, profissional desde 2012 e só virou parte do Grupo City a partir de 2017.
Muito antes do Bolívar, parceiro desde 2021 , e do Bahia, adquirido em 2023 .
Foi há quase uma década que os Ciudadanos, como são conhecidos, iniciaram sua revolução, que os coloca a dois jogos de uma final continental.
Foi um longo processo, com momentos de baixa e dúvidas sobre o futuro, mas que pode, no final deste ano, terminar com quatro taças . .nsnbn{max-width:800px;width:100%;display:flex;align-items:center;gap:18px;padding:16px 18px;border:2px solid #fff;border-radius:16px;text-decoration:none;font-family:Arial,sans-serif;overflow:hidden;box-shadow:0 6px 18px rgba(0,0,0,.12);transition:all .2s ease;margin:16px auto;box-sizing:border-box} .nsnbn:hover{transform:translateY(-2px);box-shadow:0 10px 24px rgba(0,0,0,.18)} .nsnbn-image{flex-shrink:0;width:170px;height:95px;border-radius:12px;overflow:hidden;border:2px solid rgba(255,255,255,.35)} .nsnbn-image img{width:100% !important;height:100% !important;object-fit:cover;display:block;max-width:none !important} .nsnbn-content{flex:1;color:#fff;min-width:0} .nsnbn-badge{display:inline-block;background:#fff;font-size:11px;font-weight:700;text-transform:uppercase;letter-spacing:.3px;padding:5px 9px;border-radius:999px;margin-bottom:8px} .nsnbn-content h3{margin:0 0 6px !important;font-size:23px !important;line-height:1.1 !important;font-weight:800 !important;color:#fff !important} .nsnbn-content p{margin:0 !important;color:rgba(255,255,255,.92) !important;font-size:14px !important;line-height:1.4 !important} .nsnbn-button{flex-shrink:0;background:#fff;font-size:14px;font-weight:700;padding:11px 16px;border-radius:9px;white-space:nowrap;transition:all .2s ease} .nsnbn:hover .nsnbn-button{background:#f3f3f3} @media (max-width:700px){.nsnbn{flex-direction:column;align-items:flex-start}.nsnbn-image{width:100%;height:180px}.nsnbn-content h3{font-size:20px !important}.nsnbn-button{margin-top:10px}} Trivela: Futebol europeu por quem entende Leia → A ascensão nada linear do primo pobre do Manchester City É natural imaginar que, a partir de 2017, tudo ficou fácil para o Torque.
Subiu de divisão, consolidou-se na elite, ganhou muito dinheiro com venda de jogadores e virou uma potência local.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em trivela.com.br — o conteúdo pertence a Trivela.