Milei demite 12 funcionários e põe militares na residência presidencial
O presidente da Argentina, Javier Milei , demitiu cerca de 12 funcionários que trabalhavam na Quinta de Olivos , residência oficial da Presidência nos arredores de Buenos Aires.
A medida ocorreu após relatos de supostos vazamentos sobre atividades, rotina e pessoas próximas ao presidente , segundo o jornal argentino La Nación.
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Além dele, foram demitidos funcionários das áreas administrativa, de cozinha e jardinagem, de acordo com Daniel Catalano, presidente de uma associação sindical ouvido pelo jornal.
Segundo Catalano, os trabalhadores não receberam nenhuma justificativa para as demissões.
Militares assumirão gestão Após a reorganização, militares da Casa Militar , órgão responsável pela segurança do presidente, passarão a assumir a gestão cotidiana da Quinta de Olivos.
O governo também anunciou a extinção do órgão responsável pela administração da residência.
Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (17/9), o gabinete de imprensa de Milei afirmou que a mudança tem como objetivo reduzir a estrutura e o número de funcionários.
“A Casa Militar assumirá total responsabilidade pelas funções de segurança da Residência Presidencial de Olivos, bem como das residências temporárias do Presidente da Nação e sua família”, afirmou o governo.
Segundo o comunicado, a medida busca “reforçar a segurança” e facilitar processos administrativos internos.
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1 de 4 Javier Milei, presidente da Argentina Tomas Cuesta/Getty Images 2 de 4 Presidente da Argentina, Javier Milei Gabriel Luengas/Europa Press via Getty Images 3 de 4 O presidente da Argentina, Javier Milei, durante discurso Luciano Gonzalez/Anadolu via Getty Images 4 de 4 Milei atribui decreto a aumento de mensagens de ódio contra argentinos Mateo Occhi/Getty Images Governo não cita vazamentos Embora a reorganização tenha ocorrido após os relatos publicados pelo La Nación , o governo argentino não mencionou diretamente os supostos vazamentos como motivo das mudanças.
A administração Milei afirmou que as medidas estão relacionadas à necessidade de “elevar os padrões de eficiência e segurança do Presidente e de sua comitiva”, em meio ao que classificou como uma escalada da insegurança em nível global e à visita do papa Leão XIV à Argentina.
A mudança na estrutura de segurança ocorre em um momento em que Milei mantém alto nível de sigilo sobre sua rotina.
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