Entenda o que é o sigilo que juiz negou para Alexandre Pires em processo sobre compra de fazenda de R$ 25 milhões
Imagens mostram como é a fazenda O sigilo que a defesa do Alexandre Pires pediu à Justiça era uma solicitação para restringir o acesso público aos autos envolvendo a compra de uma fazenda de R$ 25 milhões pelo cantor, em Dianópolis, no sudeste do Tocantins.
O caso entrou em disputa judicial após um sócio alegar que foi excluído da negociação e não recebeu a parte do valor que teria direito.
Na decisão, o juiz entendeu que o interesse público e jornalístico em torno do caso não configura, por si só, violação da privacidade do artista.
Com isso, o processo continua acessível, enquanto a ação que discute a venda da propriedade segue em tramitação. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp A discussão ocorre dentro de uma ação movida pelo empresário Renato Junio Pinto Guimarães, que afirma ter sido excluído da negociação que resultou na venda do Lote 8 da Fazenda Buriti ao cantor.
Segundo ele, a propriedade fazia parte de uma sociedade rural formada por três empresários e ele não recebeu a parcela do valor que considera ter direito.
Em nota, o escritório Moraes Advocacia Rural, que representa Renato, afirmou que a ação busca resguardar os direitos patrimoniais do cliente.
Segundo a defesa, ele continua aberto ao diálogo e a um acordo entre as partes.
O g1 procurou a defesa de Alexandre Pires, mas não recebeu resposta.
LEIA MAIS Venda de fazenda de R$ 25 milhões a Alexandre Pires: empresário diz que foi excluído de negociação e não recebeu sua parte Entenda como a Justiça tratou pedido de sigilo de Alexandre Pires em caso de compra de fazenda por R$ 25 milhões Dez pontos para entender disputa envolvendo fazenda de R$ 25 milhões de Alexandre Pires no TO Cantor Alexandre Pires Reprodução/TV Globo Foi nesse contexto que a defesa de Alexandre Pires pediu que a tramitação ocorresse em segredo de justiça.
O argumento apresentado foi que a exposição do caso poderia atingir a intimidade do artista e revelar informações relacionadas ao seu patrimônio.
Também alegou que os autos contêm materiais considerados sensíveis, como fotografias da residência, vídeos enviados ao Ministério Público e relatos de conflitos pessoais entre os envolvidos.
Ao analisar o pedido, a Justiça rejeitou a adoção de sigilo total.
Na decisão, o magistrado afirmou que a repercussão pública do caso e o interesse da imprensa não são suficientes para justificar a restrição completa do acesso aos autos, mas permitiu que cantor peça proteção a documentos específicos considerados sensíveis.
Conflito entre empresários e acionamento do MPTO A controvérsia envolve a venda de uma área de 1.866 hectares localizada na região do Matopiba.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Tocantins.