Médico lista medicamentos que não podem ser misturados por hipertensos
Conforme dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) , estima-se que em torno de 38,1 milhões de pessoas têm hipertensão arterial .
Uma das formas de controlar a condição, também conhecida como pressão alta , é por meio da adoção de bons hábitos e do uso de medicamentos .
Entretanto, há quem misture outras fórmulas medicamentosas, o que tende a provocar resultados adversos.
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“A mistura inadequada de medicamentos pode provocar efeitos imprevisíveis e potencialmente graves”, destaca o médico.
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1 de 4 A pressão alta acontece devido a uma combinação de fatores genéticos e estilo de vida, incluindo obesidade, sedentarismo, rotinas alimentares pouco saudáveis, tabagismo, além do excesso de álcool e estresse Kinga Krzeminska/Getty Images 2 de 4 Alguns medicamentos não devem ser combinados por hipertensos Malorny/Getty Images 3 de 4 A mistura de fórmulas com anti-hipertensivos tendem a gerar efeitos adversos Cecile Lavabre/Getty Images 4 de 4 A pressão alta prejudica os vasos sanguíneos e contribuem para o rompimento ou danos nessas estruturas Halfpoint Images/Getty Images O especialista explica que alguns anti-inflamatórios, como ibuprofeno e diclofenaco , tendem a reduzir o efeito dos anti-hipertensivos e favorecer a retenção de líquidos .
Ele adiciona à lista os descongestionantes como pseudoefedrina : “Podem elevar a pressão arterial.” Yano esclarece que determinados antidepressivos, corticoides e medicamentos para enxaqueca têm o potencial de interferir na pressão ou na frequência cardíaca .
Em hipertensos, a combinação de determinados medicamentos tende a elevar a pressão arterial “Dependendo das substâncias envolvidas, pode ocorrer queda ou elevação excessiva da pressão arterial, alterações na frequência cardíaca, tontura, desmaios e distúrbios dos níveis de potássio e sódio”, salienta o cardiologista.
Segundo o médico, fazer combinações erradas pode aumentar a sobrecarga cardiovascular e dificultar o controle da hipertensão .
Ele endossa que elevações persistentes da pressão aumentam o risco de acidente vascular cerebral (AVC) , infarto e insuficiência cardíaca, já uma queda excessiva tende a comprometer a circulação e gerar tonturas ou desmaios.
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