Review: Castlevania Belmont’s Curse honra o nome da série
Ser um fã de Castlevania, ou da Konami no geral, foi penoso na última década: a empresa focou em outras áreas e diversas franquias ficaram de lado.
E é justamente por isso que Castlevania Belmont’s Curse traz empolgação e até uma expectativa alta por parte de muitos jogadores.
Após Silent Hill retornar de forma triunfal e até Metal Gear Solid ganhar um remake, será que essa é a hora de Castlevania brilhar? E como um novo metroidvania funciona em uma era pós-Silksong? Há muitos pesos e anseios que a Evil Empire, desenvolvedora de Dead Cells e agora de Castlevania Belmont’s Curse, precisou encarar.
E, após mais de 30 horas para fazer 100%, Castlevania Belmont’s Curse pode não ser o maior metroidvania ou até o melhor jogo da série, mas certamente abriu precedente para mostrar que a franquia tem fôlego de sobra nesta geração e para ideias diferentes, mas sem desonrar o legado icônico.
Confira o nosso review completo de Castlevania Belmont’s Curse! História simples, mas com elementos que fãs vão adorar Há exceções, como Castlevania Dawn of Sorrow e até Castlevania Lords of Shadow (e a animação, se quiser inclui-la), mas a franquia nunca teve um grande foco narrativo – embora tenha um universo riquíssimo e muito legal de acompanhar.
Castlevania Belmont’s Curse está no meio do caminho, mas com alguns temperinhos bem interessantes.
Na trama, seguimos Trevor Belmont e sua filha Rose, fruto do casamento com Sypha Belnades, para livrar Paris de uma noite eterna que assola a cidade – mas, que em um primeiro momento, não há relação com Drácula.
Imagem: Flow Games/Vini Munhoz A história se passa 23 anos após Castlevania 3 (no qual a animação foi inspirada) e 20 anos após os eventos de Curse o Darkness, mostrando um Trevor mais velho e uma Rose novata.
Esse é o alicerce narrativo, mas há outras subtramas em paralelo.
Rose está tentando se provar uma herdeira digna da família Belmont e receber a passagem de bastão (ou seria de chicote?), mas ainda precisa ter suas provações e conquistar a maestria sobre sua própria escuridão: a maldição de Drácula, que matou sua mãe e se manifesta em seu braço.
Caso perca o controle de sua calma, a condição pode matá-la ou transformá-la em uma lacaia da noite.
Como você deve imaginar, Drácula retornou de alguma forma e cabe aos Belmonts vivos impedirem seu retorno definitivo.
É o clássico bem contra o mal maniqueísta que a série é famosa, sem as nuances que vimos na animação, e com algo bem direto e reto.
Contudo, isso não significa que Castlevania Belmont’s Curse não traga algumas surpresinhas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em flowgames.gg — o conteúdo pertence a Flow Games.