Após Kings League, Piqué investe em franquia de liga de xadrez na Índia
O ex-jogador espanhol Gerard Piqué se tornou acionista estratégico da franquia Fyers American Gambits, da Global Chess League (GCL).
O anúncio foi feito nesta segunda-feira (17), durante uma coletiva de imprensa em Bengaluru, na Índia.
Campeão da Copa do Mundo de 2010 com a Espanha e fundador da empresa de esportes e mídia Kosmos, Piqué passa a integrar uma crescente lista de atletas que investem no xadrez, como o atacante norueguês Erling Haaland.
Leia mais Organizada do Botafogo faz cobranças no aeroporto e pede a saída do técnico Neymar debocha de Thiago Mendes após vitória do Santos: "Soberba" Corinthians e Memphis vivem dia decisivo por renovação; entenda “O xadrez me fascina há muito tempo por sua profundidade, seu alcance global e a incrível força mental que exige”, afirmou Piqué em comunicado.
O investimento acontece em meio a um movimento para transformar o xadrez , tradicionalmente associado aos tabuleiros, em um produto esportivo de entretenimento global.
Ligas de franquias, conteúdo digital, patrocínios e plataformas de streaming estão entre as estratégias utilizadas para ampliar o alcance da modalidade.
O ex-jogador de críquete indiano Ravichandran Ashwin também é acionista do American Gambits.
Piqué não é o único astro do esporte a apostar no crescimento comercial do xadrez.
Haaland e o esquiador norueguês Johannes Høsflot Klæbo também fizeram investimentos neste ano em projetos ligados à modalidade.
O atacante do Manchester City entrou no projeto Total Chess World Championship, apoiado pela Federação Internacional de Xadrez (FIDE) , enquanto Klæbo investiu na Norway Chess.
Para o investidor norueguês Morten Borge, responsável por ajudar a levar Haaland ao projeto, há semelhanças entre o xadrez e o futebol de alto nível.
“Mesmo que em campo Erling pareça um monstro físico, o futebol de mais alto nível também envolve preparação, estratégia, timing e compreensão dos momentos decisivos.
Nesse sentido, existem semelhanças com o xadrez”, afirmou à Reuters.
Segundo Borge, Haaland se interessou pela modalidade justamente pela combinação entre pensamento estratégico e disciplina mental necessária para atuar sob pressão.
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