O bolsonarista Renato Gaúcho nunca assume a própria mediocridade
Renato Portaluppi, o Gaúcho, assumiu o Grêmio, pela quinta vez, em 16 de setembro.
Substituiu Luis Castro, com a missão de livrar o Grêmio do rebaixamento.
Desde então, o time perdeu para o Botafogo, por 3 x 2, empatou com o Palmeiras 0 x 0, e com Remo e Inter, ambos por 1 x 1.
Terminado o Grenal, Renato fez o que sempre faz: mudou o foco das críticas que poderia receber.
A culpa, como sempre, foi distribuída a muitas pessoas.
Ele começou discordando que o Grêmio não estivesse apresentado alguma melhora desde a sua chegada.
Disse que o time está atacando mais do que nos tempos de Luís Castro, seu antecessor.
E louvou uma conquista: “Não perdemos para o Palmeiras”.
De fato, pode ser um ponto salvador ao final do campeonato, com o frenético acessar às calculadoras, mas se gabar de empate em casa é bem duvidoso.
Depois, Renato criticou o alto número de estrangeiros no elenco.
“Você entra no vestiário e tem três ou quatro línguas diferentes sendo faladas, vários grupos, não tem integração”.
Citou o caso de Amuzu que teria dificuldade em entender as orientações.
“Está aqui há um ano e meio e não fala português.
Não é porque liberou ter muitos estrangeiros que tem de trazer de todo lado e de todo jeito.
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