Influenciador deixa Festa de Barretos após briga no camping; entenda o caso
O influenciador Cesar Rincon se envolveu em uma confusão no camping da Festa do Peão de Barretos na madrugada desta quarta-feira (26) e deixou o rodeio em um acordo com a organização da festa , o grupo Os Independentes.
“Ele reconheceu que a conduta de sua equipe foi inadequada e infringiu as regras previamente estabelecidas para o camping.
Antes que fossem adotadas as medidas disciplinares cabíveis, o influenciador, reconhecendo sua responsabilidade, decidiu se retirar do espaço , em respeito à relação com a Associação e aos demais campistas”, diz o comunicado da organização.
Leia mais Vídeo: mulher agride PM com tapa no rosto durante Festival de Barretos Festa do Peão de Barretos: relembre todos os Embaixadores do rodeio Edson, da dupla com Hudson, ganha mula avaliada em R$ 150 mil A nota do grupo Os Independentes ressalta que o camping é para ser um espaço coletivo com regras e que preza por confraternização e respeito no espaço.
“Qualquer conduta que infrinja essas regras ou a legislação vigente terá seu autor responsabilizado”, conclui o texto.
Entenda o caso A confusão teria começado quando Miguel Mendes foi chamado para olhar as caminhonetes de Ricon e de seus amigos.
Depois do encontro, ele começou a ser acusado de ter roubado algo do grupo e foi espancado por vários homens.
A acusação foi feita pela influenciadora conhecida como Kelly Fazendeira, que contou em um vídeo que a confusão fez com que as caminhonetes viessem atrás dele e atacassem o trailer do casal.
“Eles começaram a quebrar tudo e a gritar […] o segurança tentou apaziguar, mas não teve jeito, eles acabaram com o trailer, tudo sem motivo, por coisas que criaram na cabeça deles”, relatou.
A influenciadora disse que esse é um comportamento conhecido do grupo “tropa do Rincon”.
“O tanto de crianças que tinham… e eles chegaram quebrando tudo e jogando tudo para cima.
Todo mundo viu e estava horrorizado, tem várias testemunhas.
Não tinha motivo nenhum, nada justifica o que eles fizeram”, desabafou.
Ela disse que ligou para um número de telefone da organização que, de acordo com ela, aconselhou-a a trocar de camping e chamar a polícia, sem oferecer ajuda no momento das agressões.
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