Adolescente apontado como 'braço direito' de homem que diz ter matado 80 pessoas é apreendido na Paraíba
Adolescente apontado como 'braço direito' de homem que diz ter matado 80 pessoas é apreendido na Paraíba Polícia Civil da Paraíba Um adolescente de 17 anos suspeito de nove assassinatos na região do Vale do Mamanguape, na Paraíba, foi apreendido nesta sexta-feira (18), na cidade de Cabedelo, no Litoral do estado.
A Polícia Civil apontou que ele é considerado "braço direito" de Jorlan Lopes da Silva, homem preso com vestido e peruca, e que disse ter matado 80 pessoas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp De acordo com a Polícia Civil, o adolescente é suspeito de ter matado um outro jovem, na cidade de Mamanguape, no último dia 12, durante a concentração de um evento político.
O crime aconteceu na Praça da Juventude.
Naquela data, havia uma aglomeração de pessoas para um evento em que o deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), participaria junto do prefeito da cidade, Joaquim Fernandes (PSB).
A Policia Civil informou que o crime tenha relação com disputa de facções criminosas na região e não foi relacionado com questões políticas.
A prisão desta sexta-feira (18) foi feita durante uma operação em conjunto também com a Polícia Militar.
LEIA TAMBÉM: Preso de peruca, primeiro crime aos 13 anos: o que se sabe sobre o caso Homem diz ter matado 80 pessoas A fuga de Jorlan terminou em Mulungu, no domingo (13).
O suspeito havia passado anteriormente por policiais usando vestido, peruca, sandália feminina, óculos escuros e unhas pintadas.
Conforme o relato apresentado pelo delegado, Jorlan teria retornado à residência onde estava, pegado um revólver e deixado a criança.
Na saída, porém, o vestido teria ficado deslocado e uma tatuagem permitiu que os policiais identificassem o suspeito.
Durante o depoimento após a prisão em Mulungu, Jorlan afirmou ter cometido cerca de 80 homicídios ao longo da vida.
A Polícia Civil está confrontando as informações fornecidas por ele com investigações, provas técnicas e registros de homicídios.
“É um número muito expressivo.
Nós acreditamos que se não for esse número, é algo muito próximo disso”, afirmou o delegado Douglas Garcia.
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