Mulher ganha R$ 725 para fazer cócegas em homem que conheceu na igreja
Quando você achar que já viu de tudo, lembre-se que é sempre possível se surpreender com o ser humano.
Em relato a um portal britânico, a dominatrix e escritora Melissa Todd revelou uma de suas relações profissionais mais inusitadas: ela passou a receber 120 euros (R$ 725) para fazer cócegas em um homem que assistiu a uma de suas palestras na igreja.
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Com o tempo, porém, ela descobriu que o interesse dele não estava em um debate teológico, mas em uma hora dedicada ao fetiche — conhecido como knismolagnia ou tickling , como é chamado popularmente.
Experiência inédita Embora a profissional do sexo já tivesse produzido vídeos em que ela ou outra pessoa amarrada recebia cócegas, nunca havia conduzido uma sessão individual.
Quando o homem apareceu para o primeiro encontro, ele já havia enviado uma lista com as partes do corpo mais sensíveis : peito, tronco, axilas, pernas, pés e mamilos.
Os dois tinham amigos em comum mas só se encontraram durante a palestra dela na igreja Sem muito conhecimento, ela relatou que recorreu ao que funcionou melhor naquele momento e percebeu que, mesmo sem falar, o rapaz reagia.
“ Ele fechou os olhos, se mexeu levemente, e apenas sua respiração acelerada me indicou que eu estava surtindo algum efeito”, descreveu.
Segundo Todd, a primeira experiência passou rapidamente e teve um efeito inesperadamente relaxante.
Depois do episódio, ele passou a visitá-la semanalmente, pagando 120 euros por cada encontro.
“Eu passei a ansiar por essas visitas”, admitiu a mulher.
De acordo com o texto, o cliente tem um corpo esguio e musculoso, e as sessões são quase como uma atividade meditativa .
“Ao contrário de alguns dos meus clientes de palmadas, ele permanece em silêncio o tempo todo, o que significa que posso deixar as janelas abertas, uma bênção durante as recentes ondas de calor.
É meditativo, relaxante e, curiosamente, cria um vínculo, passar uma hora em silêncio com outro ser humano”, comentou.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.