Professora na EJA há 21 anos transforma histórias de superação em lições de vida no AC: ‘Acolhimento’
Professora do AC transforma vidas após 21 anos dedicados à EJA 🦉📚✍ Símbolo de sabedoria, a coruja é associada à figura do professor, que compartilha conhecimentos e ajuda a abrir caminhos por meio da educação.
Mas o aprendizado também acontece fora dos livros e das disciplinas, nas conversas, nos conselhos e na atenção dedicada a cada estudante.
Na Educação de Jovens e Adultos (EJA), esse olhar faz diferença para quem precisou interromper os estudos e decide voltar à sala de aula.
Nesta quinta-feira (15), quando é celebrado o Dia dos Professores, o g1 conta a história de Geise Melo, de 47 anos, que há 21 anos acompanha trajetórias de superação e mostra que ensinar também é acolher, ouvir e acreditar no potencial de cada aluno. ✅ Participe do canal do g1 AC no WhatsApp A trajetória de Geise na educação começou depois de concluir o ensino médio, quando prestou vestibular para enfermagem, mas não conseguiu ingressar na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Foi então que decidiu mudar de rumo e cursar Ciências, formação que complementou com habilitação em química.
Ela iniciou a carreira docente em 2004, no ensino médio regular.
No ano seguinte, por meio de conversas com amigos que trabalhavam no Telecurso 2000, conheceu a Educação de Jovens e Adultos (EJA) e começou a atuar também nessa modalidade, conciliando as aulas noturnas com o trabalho durante o dia.
Professora Geise Melo, de 47 anos, atua na Educação de Jovens e Adultos (EJA) há 21 anos Arquivo pessoal Ela relatou que naquela época, as turmas eram formadas principalmente por trabalhadores e pessoas que, por diferentes razões, não haviam conseguido concluir os estudos na idade esperada.
O contato com essas histórias fez com que ela enxergasse a sala de aula de outra maneira.
“Eu fui me apaixonando e fui percebendo que trabalhar na EJA ia muito além de aplicar as disciplinas do currículo.
A gente tanto ensina como aprende muito”, relembrou.
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Segundo ela, as razões são diversas: dificuldades financeiras, problemas familiares ou de saúde, trabalho e responsabilidades que acabam ocupando o tempo que seria dedicado aos estudos. ''No início das aulas nós costumamos conversar com os estudantes para conhecer suas trajetórias e entender o que os levou a retornar.
A gente sabe que na maioria das vezes eles foram obrigados a adiar os estudos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Acre.