Produtores devem cadastrar área produtiva durante semeadura da soja
O calendário oficial de semeadura da soja para a safra 2026/2027 começou na segunda-feira, 21 de setembro, no Acre. Conforme estabelece a Portaria IDAF nº 266/2026, os produtores poderão realizar a semeadura até o dia 8 de janeiro de 2027.
O cumprimento desse prazo é obrigatório e faz parte das medidas de defesa vegetal adotadas para reduzir os riscos de ocorrência e disseminação de pragas e doenças nas lavouras. Por isso, os produtores devem planejar o plantio com antecedência e respeitar integralmente o período autorizado.
Para a coordenadora do Programa Estadual de Sanidade das Grandes Culturas do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (IDAF), Ligiane Amorim, o início da safra deve ser marcado pelo planejamento e pela parceria entre produtores e defesa agropecuária.
“Uma nova safra está começando e queremos que o produtor se sinta orientado e amparado pelo IDAF. O cumprimento do prazo de semeadura, o cadastro correto no SISDAF e o acompanhamento constante das lavouras são medidas importantes para reduzir os riscos fitossanitários e garantir uma produção mais segura”, destaca.
Além de cumprir o calendário de semeadura, os responsáveis pelas áreas cultivadas devem realizar o cadastro das unidades de produção de soja no Sistema de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (SISDAF). O cadastro é obrigatório e deve ser feito conforme as orientações do IDAF.
No SISDAF, o produtor deve informar os dados da unidade de produção e da área destinada ao cultivo de soja. O procedimento permite ao IDAF identificar e acompanhar as lavouras, organizar as ações de monitoramento, orientar os produtores e planejar medidas de prevenção e educação sanitária.
“O cadastro também facilita a comunicação entre o produtor e o serviço oficial de defesa agropecuária. Por isso, é importante que as informações sejam preenchidas corretamente e mantidas atualizadas sempre que houver alteração nos dados da propriedade, da unidade de produção ou da área cultivada”, explica Ligiane Amorim.
Além dessas medidas, o IDAF atua na orientação dos produtores, no monitoramento das áreas cultivadas e na fiscalização do cumprimento das normas estabelecidas para a cultura da soja. As ações são importantes para reduzir os riscos fitossanitários, especialmente relacionados à ferrugem asiática da soja, doença que pode provocar perdas significativas quando não é identificada e controlada adequadamente.
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