Superlua, chuva de meteoros e alinhamento de planetas: veja a agenda celeste até dezembro
O céu noturno reserva grandes espetáculos para a reta final de 2026, com destaque absoluto para a única Superlua do ano em dezembro e intensas chuvas de meteoros.
Resta aos moradores de Curitiba torcer para uma trégua de São Pedro.
Conhecida pela instabilidade climática e pelo persistente céu encoberto, a capital paranaense impõe um desafio extra aos astrônomos amadores locais, que precisam driblar as nuvens e o nevoeiro para registrar o cosmos, Agenda Celeste Para quem está disposto a desafiar o clima curitibano, estes são os principais eventos astronômicos dos próximos meses: Outubro 21 de outubro: Pico da chuva de meteoros Orionídeas , formada por fragmentos do famoso Cometa Halley.
28 de outubro: A Lua surge visivelmente próxima a Urano e ao deslumbrante aglomerado estelar das Plêiades .
Novembro 20 de novembro: O planeta Mercúrio atinge sua maior elongação oeste.
É a melhor oportunidade do ano para fotografá-lo ou observá-lo logo antes do amanhecer, quando o céu curitibano costuma registrar menor umidade.
Dezembro 13 e 14 de dezembro: A chuva de meteoros Gemínidas atinge o seu ápice, prometendo dezenas de rastros luminosos por hora.
24 de dezembro: Na véspera de Natal, ocorre a Superlua Fria .
Por estar no ponto mais próximo da Terra (perigeu), o satélite parecerá até 14% maior e 30% mais brilhante que o normal.
26 a 28 de dezembro: Um raro alinhamento celeste formará um arco visível no céu reunindo a Lua, o planeta Júpiter, a estrela Régulo e Marte.
Dicas de Sobrevivência para o Astrônomo Curitibano Para não perder a viagem (nem o sono), especialistas e astrônomos locais recomendam estratégias específicas para a cidade: Monitore satélites, não apenas a previsão: Aplicativos de clima tradicionais ajudam, mas ferramentas que mostram o mapa de nuvens em tempo real (como o Windy ou Satélite CPTEC ) são fundamentais para saber se há alguma “fresta” azul no céu de Curitiba.
Fuja do “Efeito Estufa” urbano: A poluição luminosa do Centro, somada à névoa úmida, cria uma barreira opaca.
Locais mais altos e afastados na Região Metropolitana de Curitiba (RMC) , como áreas rurais de Campo Largo, Balsa Nova ou o topo de morros na Serra do Mar (como o Araçatuba ou Anhangava), aumentam drasticamente as chances de sucesso.
Aproveite a madrugada: Em Curitiba, as nuvens baixas do início da noite às vezes se dissipam na madrugada seguinte.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.