Conheça a estrela que é também um buraco negro
Eu sei que estou me repetindo, mas este é outro caso de um Universo não só mais esquisito do que imaginamos, mas mais esquisito do que podemos imaginar.
Um time de astrônomos confirmou uma das mais bizarras observações do Telescópio Espacial James Webb, quando este captou o que parece ser um corpo celeste inédito, um híbrido com características tanto de uma estrela quanto de um buraco negro supermassivo .
Astrônomos observam "despertar faminto" de buraco negro Betelgeuse: satélite do tempo soluciona "apagão" de estrela Como o objeto esquisitão foi flagrado no limiar do cosmo observável, há a possibilidade de que este seja um membro do Universo em seus primórdios, que tecnicamente (de novo, Universo esquisito) não deve mais existir em lugar nenhum.
Representação artística do recentemente observado híbrido entre estrela e buraco negro supermassivo (Jose-Luis Olivares/Massachusetts Institute of Technology - MIT) Estrela ou buraco negro? Os dois A pesquisa (cuidado, PDF) envolveu pesquisadores do MIT e da Universidade de Bolonha na Itália, e envolvia a análise de pequenos "pontos vermelhos" que o JWST, devidamente projetado com Visão Além do Alcance, teimava em captar.
A função do telescópio espacial que deve suceder o Hubble (mas que ainda enxerga muito bem, obrigado) é capturar as imagens mais antigas do Universo, pois ele é capaz de captar a luz de estrelas e outros objetos incrivelmente distantes com muito mais sensibilidade.
Como o Dr.
Manhattan bem disse, olhar para o céu noturno é olhar para o passado.
Cada luz que pontua nossa visão é um retrato antigo de eventos que ocorreram centenas, milhares, milhões, até bilhões de anos atrás.
Mesmo o Sol, a estrela mais próxima da Terra, está a 8 minutos e 20 segundos-luz de distância; se ele explodisse AGORA, nós só ficaríamos sabendo daqui a 8'20".
O Hubble tem no JWST uma atualização de suas funções para capturar objetos no limiar do Universo observável, o que nos traz aos tais pontos vermelhos presentes em praticamente todas as suas imagens, e que não se pareciam com nenhum corpo celeste conhecido.
A prevalência de ocorrências não fornecia nenhum dado concreto sobre o que eles poderiam ser, o que levou a estudos minuciosos de uma equipe enorme por quase quatro anos, essencialmente por todo o tempo que o James Wabb está em operação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em meiobit.com — o conteúdo pertence a Meio Bit.