Era uma vez nossa família
Depois de seis décadas, já acompanhei derrotas políticas enervantes e vitórias gloriosas.
Como numa final de campeonato, quem perdia para o time adversário tinha que aguentar o sorrisinho triunfante do tio malufista, do primo janista ou da cunhada fissurada no Collor .
A depender dos ânimos da família, um ou outro comentário podia acabar em bate-boca, mas era raro alguém melar o evento doméstico.
Leia mais (10/12/2026 - 16h47)
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