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Inteligência artificial nas eleições 2026: o que pode e o que é proibido pela Justiça Eleitoral

G1 ·
Inteligência artificial nas eleições 2026: o que pode e o que é proibido pela Justiça Eleitoral

O uso da Inteligência Artificial nas Eleições 2026 e o combate à desinformação A desinformação ganhou velocidade com a internet e pode se espalhar ainda mais com o uso de ferramentas de inteligência artificial.

Nas eleições de 2026, a Justiça Eleitoral terá novas regras para tentar conter conteúdos falsos e manipulações digitais que possam prejudicar o processo eleitoral.

Um estudo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, mostrou que conteúdos falsos podem se espalhar seis vezes mais rápido do que informações verdadeiras.

Para enfrentar o problema, a Justiça Eleitoral ampliou as regras para o ambiente digital.

A regulamentação passou a incluir medidas específicas para conteúdos produzidos ou alterados com inteligência artificial.

"O Brasil, provavelmente, comparado com diversos outros países, ou talvez todos, é o que mais regulou tecnologia nas eleições e que vai aplicar essa regulação na eleição de 2026", afirma Diogo Rais, advogado e professor de Direito Eleitoral e Direito Digital.

LEIA TAMBÉM: Eleições 2026: Entenda riscos do uso de inteligência artificial nas campanhas; veja como identificar conteúdos criados por IA Como algoritmos criam bolhas de informação, reforçam o que você já pensa e ameaçam a democracia; saiba como fugir delas Uso de IA pode ajudar na disseminação de informações falsas pela facilidade de produção e viralização desse tipo de conteúdo.

Reprodução/TV Globo Em São Paulo, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) criou um Núcleo de Monitoramento das Redes Sociais.

A estrutura começa a funcionar em 21 de setembro e vai acompanhar as plataformas digitais até o fim da eleição.

Servidores do tribunal vão monitorar redes sociais em busca de conteúdos falsos, enganosos ou de desinformação relacionados ao processo eleitoral, à democracia e ao sistema de votação.

"Todos os servidores estão com o seu computador e a gente acessa as plataformas digitais, as mais diversas, em busca das postagens com conteúdos falsos, enganosos, ou com qualquer conteúdo de desinformação relacionado ao processo eleitoral, à democracia e ao sistema de votação", explica Julia Balbi Albertin, assessora-chefe de cartórios eleitorais do TRE-SP.

A Justiça Eleitoral elaborou uma série de regras para o uso de IA durante a campanha eleitoral.

Reprodução/TV Globo Regras para conteúdos feitos com inteligência artificial O uso da internet em campanhas eleitorais passou a ser regulamentado por lei em 2009.

Dez anos depois, em 2019, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou uma resolução com regras mais detalhadas para combater a desinformação digital.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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