Em expansão, Cubbo abre novos CDs e não quer ficar só no fullfillment
Lucas Garcia, head de Revenue & Growth da Cubbo no Brasil | Foto: divulgação Quando chegou ao Brasil em 2022, após comprar a Dedalog , a mexicana Cubbo focou em um mercado específico.
Ao assumir o fulfillment — a parte em que se separam os itens, se montam os pedidos e tudo é enviado ao cliente —, a empresa fez seus primeiros movimentos no país, atraindo nomes como Natura e L’Oréal .
Quatro anos depois, a logtech acelera o plano de crescimento, expandindo geograficamente e investindo em tecnologia para não ficar só no fulfillment.
Em conversa com o Startups, o head de Revenue & Growth da Cubbo no Brasil, Lucas Garcia, detalhou como a companhia está crescendo no país.
Só em 2026, ela abriu dois novos centros de distribuição: um em Manaus e outro, mais recente, em Extrema (MG), com uma estrutura de 2,2 mil metros quadrados.
No total, a logtech já opera cinco espaços no país: além de Manaus e Extrema, tem galpões em Embu das Artes, na Grande São Paulo, em Itapeva (MG) e em Cachoeirinha, na Grande Porto Alegre, onde o Startups esteve pessoalmente para a entrevista.
Conforme explica Lucas, só o centro do Rio Grande do Sul expede 140 mil peças por dia, número que a companhia projeta levar a 210 mil a partir da metade de outubro, na preparação para a Black Friday.
“Muito do nosso motor de crescimento é baseado nos clientes”, diz o executivo.
“À medida que eles trazem novas necessidades de expansão ou de crescimento de software, a gente expande junto.” Estrutura e clientes Somando Brasil e México, são oito centros de distribuição, cerca de 300 marcas atendidas e mais de 1 milhão de pedidos processados por mês.
A projeção de faturamento global é de US$ 68 milhões por ano, algo como R$ 350 milhões na cotação atual.
A operação brasileira cresceu 310% de 2024 para 2025, segundo a companhia.
O histórico de captação da Cubbo é enxuto e está parado há quatro anos.
A empresa levantou US$ 4 milhões em uma rodada seed em novembro de 2021, liderada pela SV Latam Capital , com Bragiel Brothers , BluStone e um grupo de anjos que incluía Florian Hagenbuch, da Loft .
Em junho de 2022, veio uma pré-Série A de US$ 5 milhões liderada pela Gerdau Next Ventures , o braço de venture capital da Gerdau , com participação de SV Latam Capital , Gaingels e Community Access Fund .
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