terça-feira, 13 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› PF investiga se Kassio Nunes seria ‘ministro com 5 meninas’ em orgias descritas em celular de Vorcaro› Presidente da FIFA teria recebido 1,6 milhão de euros em propina, denuncia imprensa britânica› Governo anuncia pacote com perdão de dívidas e crédito para MEIs› Meta admite ‘falhas técnicas’ em publicações da campanha de Lula› Hezbollah anuncia ajuda financeira a famílias que perderam casas nos bombardeios de Israel ao Líbano› ‘Terrorismo é único mal que assola Burkina Faso’, afirma ativista› Greta Thunberg participa de protestos estudantis na França: ‘estão mostrando ao mundo’› Modelo de Flávio Bolsonaro, Milei freou aumento da aposentadoria na Argentina em 21%› Israel viola ‘linha amarela’ do cessar-fogo e espreme deslocados palestinos em Gaza› Túmulo do samba: prefeitura de SP destrói o Cruz da Esperança› PF investiga se Kassio Nunes seria ‘ministro com 5 meninas’ em orgias descritas em celular de Vorcaro› Presidente da FIFA teria recebido 1,6 milhão de euros em propina, denuncia imprensa britânica› Governo anuncia pacote com perdão de dívidas e crédito para MEIs› Meta admite ‘falhas técnicas’ em publicações da campanha de Lula› Hezbollah anuncia ajuda financeira a famílias que perderam casas nos bombardeios de Israel ao Líbano› ‘Terrorismo é único mal que assola Burkina Faso’, afirma ativista› Greta Thunberg participa de protestos estudantis na França: ‘estão mostrando ao mundo’› Modelo de Flávio Bolsonaro, Milei freou aumento da aposentadoria na Argentina em 21%› Israel viola ‘linha amarela’ do cessar-fogo e espreme deslocados palestinos em Gaza› Túmulo do samba: prefeitura de SP destrói o Cruz da Esperança
Últimas

Apagões avançam até Caracas e revolta cresce no interior da Venezuela com energia desviada à capital

UOL Notícias ·
Apagões avançam até Caracas e revolta cresce no interior da Venezuela com energia desviada à capital

Os apagões que atingem regiões da Venezuela se ampliaram nesta semana, quando bairros de Caracas também começaram a sofrer cortes de energia, apesar das medidas anunciadas em agosto para resolver a crise. A deterioração ocorre enquanto o governo interino de Delcy Rodríguez tenta reativar a infraestrutura e firmar acordos para recuperar a capacidade elétrica nesta sexta-feira (11).

Os apagões que atingem Caracas começaram a se espalhar para bairros da capital, apesar das medidas anunciadas em agosto pelo governo interino de Delcy Rodríguez para mitigar a crise elétrica, como a redução da jornada de trabalho no setor público. A deterioração do fornecimento ocorre enquanto regiões do interior, especialmente o estado de Táchira, acumulam semanas de cortes prolongados e protestos noturnos . Em Barinas, no oeste do país, e em Valencia, a 170 km de Caracas, moradores também foram às ruas em meados de agosto, sob calor e umidade intensos, para reclamar da falta de energia.

Durante visita recente ao país, o secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, afirmou que a Venezuela possui "uma enorme capacidade de geração elétrica que não está funcionando" e que parte dessa infraestrutura poderia ser reativada "bastante rápido", adicionando gigawatts ao sistema. A avaliação reforça alertas internos sobre o colapso do setor. Segundo o deputado opositor Ezio Angelini, o país produzia 20.000 megawatts diários e consumia cerca de 12.000 antes da chegada do chavismo ao poder, em 1999. Hoje, a produção média é de 12.000 megawatts, insuficiente para atender a demanda atual de 14.000.

A crise energética se agravou no momento em que o governo tenta atrair capital estrangeiro para o petróleo e a mineração, setores que também consomem grandes volumes de eletricidade. Rodríguez enviou ao Legislativo uma reforma elétrica ainda não aprovada e firmou acordos com empresas transnacionais, como a GE Vernova, para recuperar 5.000 megawatts em quatro anos. A mandatária também estabeleceu um convênio com os Estados Unidos que cede 20% das reservas petrolíferas venezuelanas, além de contratos com grandes petrolíferas.

Em Táchira, na fronteira com a Colômbia , a revolta cresce diante dos cortes diários e da percepção de que a energia produzida no estado é enviada à capital. Moradores de San Cristóbal afirmam que a situação se tornou insustentável. "Estou realmente exausta, cansada, e agora percebo que nós poderíamos ter luz o tempo todo, mas é preciso enviar energia para a 'bolha' para que os bairros de lá não saiam às ruas para protestar.", disse a secretária Josner Herrera, de 38 anos, irritada com o que considera uma estratégia para manter Caracas iluminada e evitar protestos.

A indignação aumentou após declarações do ex-deputado opositor Heriberto Labrador, que afirmou que a termoelétrica de Táchira gera cerca de 70 megawatts ? volume suficiente para abastecer a demanda interna ?, mas grande parte é desviada ao sistema interconectado nacional. "Se sobra, então que seja enviado, mas o que falta aqui é um governo que queira o melhor para o estado de Táchira", disse à AFP, ao tornar pública sua posição.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›