Santos sofre mais três transfer bans e chega a sete vigentes; veja o porquê
O Santos sofreu mais três transfer bans da Fifa na última segunda-feira (12), referentes a três mecanismos de solidariedade da entidade esportiva, que obrigam o clube a destinar 5% de valores das vendas internacionais de jogadores aos clubes formadores.
Com isso, o clube do litoral paulista chegou a sete registros no total e se aproxima de sofrer uma oitava em breve.
As informações são dos jornalistas Bruno Cassucci e Bruno Gutierrez, do ge.
Os valores destes registros somam US$ 175 mil (cerca de R$ 875 mil), de acordo com as apurações dos jornalistas do ge e de outra apuração feita pelo Diário do Peixe.
Uma delas é estimada em 55 mil dólares (cerca de R$ 275 mil na cotação atual), enquanto as outras duas, somadas, chegam a 120 mil euros (aproximadamente R$ 671 mil).
As punições por falta de pagamento do mecanismo de solidariedade fazem com que o Alvinegro Praiano não possa contratar jogadores até a quitação destas dívidas, apesar dos quatro transfer ban sofridos pela dívida com o ex-treinador do Clube, Pedro Caixinha, e três de seus auxiliares, no valor somado de R$ 15 milhões, o que impossibilita novos registros de jogadores por até três janelas de transferências.
Santos pode sofrer outro transfer ban Além da falta de pagamentos do mecanismo de solidariedade e de Pedro Caixinha e auxiliares, o Santos pode sofer um oitavo transfer ban referente ao empréstimo do jogador gambiano Yusupha Nije, entre 2024 e 2025.
O clube brasileiro tem uma dívida de R$ 2,2 milhões com o Al-Markhiya, do Catar, que processou o clube no meio deste ano por conta do não cumprimento do acordo de pagamento e pela rescisão antecipada com o atleta, que não entrou em campo com a camisa do Peixe .
De acordo com o Diário do Peixe, os valores são de 350 mil euros (aproximadamente R$ 1,9 milhões) pelo empréstimo de Nije, além de 50 mil euros (próximo de R$ 300 mil) pela rescisão antecipada do jogador.
Até o momento, de acordo com o ge, o Santos não pagou nenhuma das sete parcelas de 50 mil euros acordadas com o clube catari.
Segundo os sites anteriormente mencionados, o Al-Markhiya chegou a pedir, na FIFA, o valor integral da dívida somado a 10% de multa ao ano por cada parcela atrasada, além de 10% de multa do valor total por conta de cláusulas do acordo de rescisão do jogador.
O Santos declarou dificuldades financeiras, pediu o abatimento de 5% do valor e de redução nas multas para 5%.
A Fifa, no entanto, as manteve e fez apenas a redução pedido no valor da dívida.
Outras dívidas do clube O Santos possui dois casos na CNRD mencionados pelo Diário do Peixe: uma cobrada pelo Cruzeiro e outra pelo Cuiabá.
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