Civil deficiente foi morto em incursão israelita no sul da Síria
0" class="w-full" :src="`https://media-manager.noticiasaominuto.com/1920/${images[activeSlide]['media_source'].replace('.jpg', '.webp')}`" alt="Civil deficiente foi morto em incursão israelita no sul da Síria" width="1920" height="540" /> 9 Fotos
U m civil com deficiência morreu hoje atingido pelas forças israelitas durante uma incursão no sul da Síria, onde Israel tem intensificado as operações militares, informou a agência oficial síria Sana.
"Um civil com deficiência foi morto esta quinta-feira por disparos das forças de ocupação israelitas durante uma incursão na aldeia de Jamla", na província de Deraa, informou a agência.
Segundo a Sana, os militares israelitas entraram numa zona residencial da localidade e posicionaram atiradores furtivos nos telhados das habitações, depois de terem bombardeado a região na quarta-feira à noite.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros sírio condenou "com a maior firmeza o crime cometido pelas forças de ocupação israelitas".
"As incursões e os ataques repetidos contra cidadãos sírios constituem uma violação da soberania" do país, afirmou o Ministério, num comunicado em que apelou à comunidade internacional para obrigar Israel a respeitar o direito internacional.
Desde a queda do regime do ex-Presidente Bashar al-Assad, em dezembro de 2024, e a chegada ao poder de uma coligação islamita, Israel realizou centenas de ataques aéreos contra território sírio e intensificou as incursões terrestres nas regiões próximas das zonas sob controlo israelita.
Damasco acusa Israel de violar o acordo de separação de forças de 1974, assinado após a guerra israelo-árabe de 1973, através de operações militares e da detenção de habitantes no sul do país.
Nos últimos dias, as forças israelitas também destruíram extensas plantações de oliveiras na província de Quneitra, vizinha de Deraa, segundo a Sana.
A agência noticiou na segunda-feira que militares israelitas tinham arrancado oliveiras numa área de cerca de 1,3 hectares, nos arredores da aldeia de Saida, impedindo os agricultores de aceder aos restantes terrenos para realizar a apanha da azeitona.
A aldeia situa-se junto à zona desmilitarizada supervisionada pelas Nações Unidas, onde o Exército israelita entrou após a queda de Assad e começou a construir fortificações.
Israel e a Síria iniciaram negociações destinadas a alcançar um acordo de segurança, mas as conversações ainda não produziram resultados.
A Turquia manterá as suas tropas na Síria e no Iraque até que a segurança do seu território esteja totalmente garantida, afirmou o ministro da Defesa turco, Yasar Güler, em declarações à agência AFP.
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