As notícias da 1h
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Porque são notícias falsas. E fico tão cansado de ler e ver notícias falsas. Quando olho para a CNN, é tudo falso. É por isso que as audiências deles não são boas. Quando olho para a NBC, que antes era a MSNBC, que até algumas pessoas chamavam de MSDNC, referindo-se a Comitê Nacional de Democratas, porque são notícias falsas. E olho para o Político. O governo do presidente Biden deu-lhes oito milhões de dólares para mantê-los em pé. As histórias que eles escrevem são falsas. E talvez ainda venham mais notícias, e talvez fiquem melhores, e seria bom tê-las. Mas o nosso país tem que ter notícias honestas.
São declarações do presidente norte-americano na Sala Oval da Casa Branca. Na Alemanha, as sondagens antecipam novas derrotas da CDU em eleições regionais. É uma atmosfera febril que paira sob a corrida regional disputada já neste fim de semana, desde já pelo facto de que está a ser disputada entre a extrema-direita e o centro-esquerda. É assim que o cientista político Andreas Busch caracteriza as eleições de Berlim ao Financial Times, numa altura em que, na capital da Alemanha, Beatriz Félix, as sondagens colocam agora a CDU com apenas 20% das intenções de voto.
É uma inversão dos papéis que se tem verificado na política nacional alemã. A CDU costumava ser o partido da estabilidade e senso comum. Kai Wegner, do partido, foi presidente da Câmara de Berlim desde 2023, preparava-se para assumir um segundo mandato à frente da cidade-estado. Contudo, suas críticas à gestão da crise provocada por um ataque à rede elétrica de Berlim, em janeiro deste ano, resultaram numa queda nas sondagens que acabou por levar Wegner a retirar a candidatura. Mas a troca de Wegner por Stefan Evers, o ministro das Finanças no governo regional, não foi suficiente para inverter a tendência. Uma sondagem da Wahlen para a ZDF, na semana antes das eleições, coloca a CDU com apenas 20% das intenções de voto. Wolfgang Munz, professor de Ciência Política na Universidade Rostock, antecipa que se a CDU se sair mal em Berlim e perder o presidente da Câmara, então muita pressão vai ser exercida sobre o chanceler do mesmo partido, Friedrich Merz. Mas a CDU não quer iniciar uma manobra arriscada de trocar Merz no atual contexto internacional. Uma carta assinada por oito líderes regionais da CDU destaca que a Alemanha vai continuar a precisar de um governo federal estável e eficaz. Se este apoio interno sobreviver ao pior cenário possível, o mais provável é que Merz volte a empreender movimentações dentro do governo à procura de uma renovação. Mas esta ferramenta já foi utilizada e, como podemos ver agora, não assegura a sustentabilidade a longo prazo.
A jornalista Beatriz Félix, com a reviravolta que se antecipa nas eleições regionais da Alemanha, que têm lugar já este fim de semana. É o artigo que faz manchete neste momento no site do Observador. É assinado pela jornalista Madalena Moreira. Na Rússia, começaram as eleições legislativas. São as primeiras desde o início da guerra na Ucrânia.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.