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Seis horas. As notícias com Miguel Pina Andrade. Bom dia. O responsável pela Unidade de Estrangeiros e Fronteiras da PSP diz que não existe uma caça ao imigrante em Portugal. É uma reação às críticas por parte de associações de imigrantes que acusam a UNEF de perseguir imigrantes e de se inspirar nos Estados Unidos. Em entrevista à Agência Lusa, o superintendente-chefe João Ribeiro rejeita essa ideia. O também diretor nacional adjunto da PSP considera que a UNEF faz uma abordagem inteligente ao atuar nos locais onde existem fatores de risco.

A nossa abordagem não é propriamente aquilo que foi reportado ser uma caça, uma batida de caça. Não é essa a perspectiva. A abordagem que nós fazemos, genericamente, conseguimos ter uma visão relativamente ao território nacional, onde é que são os fatores de risco, e é essa abordagem que tentamos ter e seguir em cada um dos espaços.

O responsável pela Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras da PSP sublinha que as áreas metropolitanas são um fator elevado de risco de cidadãos que estão em situação irregular em território nacional. O superintendente-chefe João Ribeiro alerta para o aumento de imigrantes ilegais que chegam de comboio e autocarro a Lisboa, mas também ao Porto.

Nós temos muitos cidadãos que chegam por via aérea, conseguimos intercetar muitas situações. Temos aqui alguns fatores de risco que temos identificados, especialmente nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, naquilo que são fluxos rodoviários e ferroviários de cidadãos a chegar a território nacional, porque estão em situação irregular noutros países, e que procuram movimentar-se dentro do espaço Schengen.

É claro que a extrema-direita está muito nervosa. Isto nota-se. Apesar, ou talvez por isso, de todo o tempo de antena que a extrema-direita tem, e eu não tenho memória de algum político em Portugal ser tão levado ao colo como André Ventura é, que está recorrentemente nas televisões, em grandes entrevistas, sem qualquer contraditório. Apesar disso, nós estaremos aqui para dizer que não alinhamos num jogo que está viciado à partida, que conosco não contam para jogar num tabuleiro que a extrema-direita nos estende. Que o governo faça isso, que o PSD faça isso, que a comunicação faça isso, em particular os diretores de informação das televisões, é um problema deles.

O co-porta-voz do LIVRE, Jorge Pinto, que encerrou ontem os trabalhos do dia na Alfândega do Porto. Também durante a rentrée do LIVRE, Rui Tavares admitiu processar o Chega por ter insinuado que o LIVRE pode ter sido responsável pelo assalto ao gabinete de André Ventura no Parlamento. O dirigente do LIVRE considera que André Ventura está nervoso porque a narrativa do assalto ao gabinete está mal contada.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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