“Quero que alguém acredite em mim”, dizem-me os doentes
O médico de família tem o privilégio de acompanhar a mesma pessoa durante anos, as suas famílias e contextos.
Essa continuidade permite reconhecer a dor antes de a mesma dominar completamente a vida.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.