Kyiv diz a Bruxelas que levantar sanções contra oligarcas é "inaceitável"
O s dois oligarcas, Alisher Usmanov e Mikhail Fridman, "foram incluídos na lista porque fazem parte do regime agressivo da Rússia, que conduz uma guerra de agressão contra a Ucrânia", escreveu na rede social X o chefe da diplomacia ucraniana, Andrii Sybiha.
"O que mudou? Nada. Uma retirada da lista é inaceitável e enviaria um mau sinal a Moscovo precisamente no momento em que a pressão deve aumentar", afirmou.
A União Europeia continua hoje à procura de um acordo sobre a renovação das sanções contra a Rússia, bloqueado há vários dias por um pedido da França para isentar o multimilionário russo-usbeque Alisher Usmanov, invocando "razões de segurança nacional".
Segundo o Financial Times, Paris está a pressionar no âmbito de um acordo para a libertação de prisioneiros que envolve vários cidadãos franceses detidos no Azerbaijão.
O Luxemburgo, por seu lado, pediu a retirada do empresário russo Mikhail Fridman desta lista de sanções, caso os 27 aceitem a de Usmanov.
Na semana passada, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, tinha manifestado preocupação com esta situação, argumentando não ser "certamente o momento de levantar as sanções", "salvar os oligarcas russos das sanções" e "dar presentes à Rússia".
As sanções da UE contra personalidades russas consistem no congelamento dos respetivos bens e numa proibição de entrada no espaço europeu.
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