“Recrutadores” eram hackers norte-coreanos. Infetaram 30 mil dispositivos em todo o mundo
Falsas entrevistas de emprego e testes de programação abriam a porta ao malware.
As identidades roubadas às vítimas eram depois usadas por norte-coreanos para se candidatarem a empregos no estrangeiro.
O grupo norte-coreano WaterPlum infetou pelo menos 30.000 dispositivos em mais de 100 países e fez chegar à Coreia do Norte cerca de 10,7 milhões de dólares em criptomoedas roubadas.
Os números constam de um alerta conjunto divulgado por autoridades do Japão, Estados Unidos, Austrália e Alemanha.
A campanha decorreu entre dezembro de 2025 e julho deste ano.
Os principais alvos eram programadores, web designers e especialistas em criptomoedas, blockchain
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