Moedas critica “vandalismo” e defende atuação da polícia na acampada pela habitação
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML) condenou esta terça-feira os atos de “vandalismo” à estátua do rei D.
Pedro IV, no Rossio , local onde os manifestantes pela habitação estiveram acampados até à intervenção da Polícia de Segurança Pública (PSP), esta madrugada.
Carlos Moedas considerou que a força de segurança “atuou com correção”.
PSD acusa PS de ser “responsável” pela crise da habitação Ler Mais “ É um vandalismo de um património cultural que tem 150 anos.
Isso não é manifestar.
Isso é vandalismo.
Isso não pode acontecer na cidade” , reagiu o autarca, em declarações aos jornalistas.
S obre a operação policial, que terminou com a detenção de 55 pessoas , entretanto constituídas arguidas e libertadas , Carlos Moedas disse ver a situação “com normalidade” e considerou que “ a polícia atuou com correção, com proporcionalidade”.
“O direito à manifestação é sagrado e as pessoas estão ali a manifestar e bem.
Agora não podem estar a vandalizar , no caso de uma estátua que tem 150 anos, e não podem estar constantemente no espaço público, que é de todos” , sustentou.
Quanto é preciso ganhar para ter casa em Lisboa e no Porto? premium Ler Mais Apesar das críticas, o autarca garantiu estar “com as pessoas na sua causas” e lembrou que a autarquia apoiou “quase duas mil pessoas a pagar a renda em Lisboa”.
“Agora, temos todos de respeitar a lei”, frisou, acrescentando que “ a Câmara está sempre disponível para receber todos”.
Carlos Moedas aproveitou também para criticar os executivos anteriores, liderados pelo PS entre 2007 e 2021.
Segundo o presidente da CML, quando chegou à Câmara, em 2021, a cidade vinha de dez anos “parados “.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.