quinta-feira, 15 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Angolana UNITA defende que "ter um país bom não é ter um país de longa lista de realizações"› Rui Rio defende entendimentos do PSD ao centro› Líderes da UE defendem acordo sobre orçamento até 2034 "em tempo útil"› Intervenção policial contra protesto pela habitação no Porto faz 37 feridos› Protestos no Porto: Os feridos, o pedido de demissão... e o que se segue?› Sistema de preços fixos para táxis do aeroporto não está totalmente implementado› Senado do Brasil aprova fim da "escala 6x1" durante campanha eleitoral› Sismo sentido esta noite no norte do país› Proteção Civil de Cascais assegura que remoção de amianto em escola não representa perigo› Confrontos no Porto. Imagens da violência dividem opiniões entre partidos› Angolana UNITA defende que "ter um país bom não é ter um país de longa lista de realizações"› Rui Rio defende entendimentos do PSD ao centro› Líderes da UE defendem acordo sobre orçamento até 2034 "em tempo útil"› Intervenção policial contra protesto pela habitação no Porto faz 37 feridos› Protestos no Porto: Os feridos, o pedido de demissão... e o que se segue?› Sistema de preços fixos para táxis do aeroporto não está totalmente implementado› Senado do Brasil aprova fim da "escala 6x1" durante campanha eleitoral› Sismo sentido esta noite no norte do país› Proteção Civil de Cascais assegura que remoção de amianto em escola não representa perigo› Confrontos no Porto. Imagens da violência dividem opiniões entre partidos
Ciência

A “força do bastão” no Porto: diretor da PSP justifica intervenção “proporcional”

ZAP ·
A “força do bastão” no Porto: diretor da PSP justifica intervenção “proporcional”

Ministro Luís Neves avisa: “Quando as ordens são legais e legítimas, devem ser executadas de acordo com a necessidade de repor a ordem”.

O ministro da Administração Interna considerou legitima a intervenção policial na última madrugada, no Porto, e sublinhou a necessidade de “repor a ordem”, lamentando “qualquer incidente” na sequência da atuação das forças de segurança.

“Quando as ordens são legais e legítimas, devem ser executadas e devem ser executadas de acordo com a necessidade de repor a ordem, com essa necessidade e com essa adequação.

E é isto que foi feito”, disse Luís Neves.

O ministro da Administração

Ler a notícia completa no ZAP ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em zap.aeiou.pt — o conteúdo pertence a ZAP.

Este assunto em outros veículos

Mais de ZAP

Ver tudo ›

Mais em Ciência

Ver tudo ›