As notícias das 14h
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Notícias na Rádio Observador. É o Jornal das Duas, com edição do jornalista Carlos Pedro. E Carlos, as estruturas da PSP e GNR vão manter os protestos agendados para os dias 22 de setembro e 30 de outubro. Isto apesar do ministro da Administração Interna ter anunciado negociações para a mesma altura.
Os protestos foram conhecidos ontem e Luís Neves convocou depois as estruturas da PSP e GNR para duas reuniões. Ainda assim, o Ministério da Administração Interna sublinha que estas reuniões negociais não são uma reação aos protestos, são, sim, o cumprimento do calendário. Ouvido pela Rádio Observador, o presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, Paulo Santos, sublinha que os protestos vão mesmo avançar e adianta que os profissionais da polícia já esperaram demasiado tempo pelas negociações do governo.
Não vamos cancelar os protestos, porque consideramos que o tempo que esperámos por estas negociações foi muito e aquilo que é uma convocatória não se traduz em nada palpável e concretizável a curto prazo. Se o governo, nestas negociações, quer do dia 17, quer do dia 29, nos garantir efetivamente algo que possa já, ao momento, ser concretizado, teremos que fazer uma análise, mas a verdade é que nós vamos avançar com os nossos protestos.
Também ouvido pela Rádio Observador, o presidente da Associação de Profissionais da Guarda, César Nogueira, pede garantias de mudanças já em janeiro do próximo ano.
Esperemos que traga algo concreto. Estamos recetivos sempre a negociar. Não vamos, para já, nem suspender tampouco os protestos anunciados, porque é como já dissemos, só quando tivermos algo concreto e que de facto entrarão em vigor em janeiro de 2027 é que poderemos pensar em suspender os protestos. Fora isso, vamos mantê-los, porque é como digo, as reuniões são apenas duas datas. Já tivemos muitas reuniões e nada avançou.
Declarações do presidente da Associação Sindical da Polícia, Paulo Santos, à Rádio Observador, e também do presidente da Associação de Profissionais da Guarda, César Nogueira. Em causa para os protestos estão reivindicações comuns para a revisão e melhoria das carreiras, à cabeça, o incumprimento do acordo de 2024, que aumentou em € 300 o suplemento de risco, mas que ainda não concretizou a revisão salarial.
O deputado do PS, Carlos Pereira, concorda com o diagnóstico do país feito por Passos Coelho, mas questiona as intenções do ex-primeiro-ministro e avisa que não podemos voltar ao passado. A deputada do Chega saúda a intenção de Passos Coelho, mas considera que estas intervenções não são um risco para o partido de André Ventura.
É a reação do Chega e também do PS ao estudo que Passos Coelho está a desenvolver sobre reformas para Portugal e também ao prefácio de um livro no qual o antigo primeiro-ministro repete que o tempo para o governo avançar com estas mudanças está a esgotar-se. O estudo do antigo chefe do Executivo tem como objetivo avaliar o estado da economia portuguesa e apresentar problemas e soluções em pilares essenciais, como a Segurança Social, saúde, educação, defesa e justiça.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.