Comissão Europeia investiga plataforma Booking
Bruxelas vai, também, analisar os riscos associados a burlas que exploram os dados das reservas e dos hóspedes , em particular a forma como essa informação é partilhada com os alojamentos e o funcionamento do serviço de mensagens da plataforma.
A instituição vai prosseguir a recolha de provas, podendo enviar novos pedidos de informação, realizar entrevistas e efetuar inspeções.
O executivo comunitário poderá adotar medidas provisórias, emitir uma decisão de incumprimento ou aceitar compromissos propostos pela empresa para corrigir as falhas identificadas.
A Booking.com, uma plataforma digital de reservas de alojamento e outros serviços de viagem, foi designada pela Comissão Europeia como plataforma em linha de muito grande dimensão em abril de 2023, ficando sujeita a obrigações reforçadas ao abrigo do Regulamento dos Serviços Digitais.
Como a Booking.com está sediada nos Países Baixos, Bruxelas está a cooperar com a Autoridade Neerlandesa para os Consumidores e os Mercados, responsável pela coordenação dos serviços digitais no país.
Esta legislação europeia visa tornar os serviços digitais mais seguros e reforçar a proteção dos utilizadores, impondo às grandes plataformas obrigações específicas de identificação, avaliação e redução dos riscos associados aos seus serviços, incluindo os relacionados com conteúdos ilegais e a proteção dos consumidores.
[Annie consegue estar presente nos últimos anos do pai, que não vai viver tempo suficiente para conhecer a sua sentença no julgamento do homicídio de Humberto Delgado. Entretanto, também ela vai ficar gravemente doente. Já pode ouvir o último episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador , na Apple Podcasts , no Spotify e no Youtube .]
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.