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00h. Rússia tem ajudado Irão a desenvolver mísseis avançados

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00h. Rússia tem ajudado Irão a desenvolver mísseis avançados

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Os ataques. Jornal da meia-noite com edição do Martim Madeira. Martim, o líder do Chega assume que está mais perto de avançar com a moção de censura ao governo do que recuar.

É, pelo menos, essa a tendência pessoal de André Ventura, que ainda assim sublinha que a decisão terá de ser tomada com responsabilidade e em nome de integridade e da decência.

Eu, pessoalmente, estou mais tendente a avançar do que a não avançar, face a este conjunto de suspeitas que lhe referi.

Não, estava a pedir uma opinião pessoal, eu estou a dá-la aqui enquanto cidadão, enquanto líder de um partido. Tenho uma responsabilidade, eu não faço a gestão de mim próprio só. Eu lidero um partido, o segundo maior do país, com muitos milhares de militantes, com muitos deputados, com muitos dirigentes. A minha tendência é esta, face ao que está a acontecer e face às explicações absolutamente atrozes de Luís Neves durante a tarde de hoje. Porém, farei aquilo que, em nome da integridade e da decência, acho que deve ser feito.

Momentos antes Ventura explicava as condições que considera necessárias para avançar com a moção de censura ao Executivo.

Se eu anunciar amanhã que vamos interpor uma moção de censura, João, é porque eu estou convencido disto. Cem por cento dos deputados estão ao lado desta iniciativa, a grande maioria da sociedade civil está ao lado desta iniciativa e a grande maioria de pessoas, mesmo de outras áreas políticas, mas que tiveram responsabilidades e que intercruzam com o espaço do centro-direita e da direita, querem esta moção de censura. E eu acho que é assim que um líder da oposição deve fazer.

A garantia de André Ventura em entrevista à CNN Portugal, o presidente do Chega garante ainda que dentro do partido há um consenso alargado para avançar com a moção. Saberemos amanhã o resultado.

O secretário-geral do PS pede ao primeiro-ministro que não dê razão ao que chama de efeitos pirotécnicos do Chega sobre Luís Neves.

José Luís Carneiro considera que o partido de André Ventura usa e abusa de manobras para destabilizar as instituições e, portanto, pede ao primeiro-ministro para não dar argumentos ao Chega, para não sair politicamente fragilizado dessa situação.

Sabemos também que há um partido que utiliza, usa e abusa dos efeitos pirotécnicos para criar factos e para destabilizar as instituições políticas e democráticas. Mas se é verdade isso, nós não podemos dar-lhe razões para que isso possa acontecer. E, portanto, o primeiro-ministro tem uma responsabilidade que é só dele e só ele a pode exercer.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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