História de Ceuta desde que passou a ser espanhola
Descubra a mobilidade elétrica e inteligente aqui . Expanda o seu mundo.
Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Dominando em Coimbra, ainda na zona do Chiado. Quer transformar este país numa ditadura. Entende?
Olá, seja bem-vindo a mais este episódio de "E o Resto é História", com Rui Ramos e João Miguel Tavares. Na semana passada nós falamos da história de Ceuta, mas ela é tão rica e fascinante que não coube apenas em um episódio. Por isso, cá estamos de novo. Há oito dias nós estivemos a conversar longamente sobre a Ceuta até a segunda metade do século XVII, quando ela ainda fazia parte do Reino de Portugal e ficou prometido para hoje cobrir os últimos 350 a 400 anos da história de Ceuta, quando ela passou a ser espanhola. Rui, deu para ver no último episódio que tu te entusiasmaste mesmo muito a estudar a história daqueles 18 ou 19 quilômetros quadrados de terra africana.
Para todo o teu interesse. Exatamente, estou a ver. Tu consegues fazer grandes episódios mesmo de poucos metros quadrados.
De poucos metros quadrados, certíssimo. E este, de fato, é muito pequeno, 18, 19 metros quadrados. Quilômetros quadrados. Desculpa, quilômetros quadrados, mas tu um dia vais chegar aos metros.
O que eu te perguntava é se aquilo que nos tens para contar hoje sobre a Ceuta espanhola é tão fascinante como aquilo que nos contaste sobre a Ceuta portuguesa.
Como é que uma história sem os portugueses podia ser tão interessante?
Mas é interessante. Não só a história da Ceuta espanhola, mas a história também do reino de Marrocos, de que é preciso falar para perceber a Ceuta espanhola. E Marrocos provavelmente é um país de que nós, em geral, não conhecemos muito a história, mas acontece ser o segundo país geograficamente mais próximo de Portugal. Um voo a Madrid leva 1h20, um voo a Casablanca leva 1h30, portanto, praticamente estão à mesma distância, mas não estão à mesma distância em termos de atenção. E talvez valha a pena aproveitar esta ocasião então para falar um bocadinho também da história de Marrocos.
Vamos fazer o ponto da situação. Portanto, em 1640, há a restauração em Portugal, o Duque de Bragança, Dom João, é aclamado Rei de Portugal, fica a ser Dom João IV.
É verdade. É um traidor. Mas não houve ninguém a ser lançado pela janela em Ceuta.
Não, os comandantes da praça de Ceuta, portugueses, decidiram permanecer fiéis àqueles que para eles eram o rei de Portugal, Filipe III de Portugal, o IV de Espanha. A situação ficou assim e em 1668...
E relembra lá porque é que eles gostavam mais de espanhóis do que dos portugueses.
Por várias razões. Por um lado, porque as famílias que dominavam em Ceuta tinham bastantes interesses.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.