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19h. Ventura insiste na descida da idade da reforma

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19h. Ventura insiste na descida da idade da reforma

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Jornal das 7, com Vasco Maldonado Correia. Adalberto Campos Fernandes, coordenador do Pacto para a Saúde pedido pelo Presidente da República, admite que o chefe de Estado está desconfortável com as polémicas que envolvem o Ministro da Administração Interna.

Foi no Explicador da Rádio Observador. Adalberto Campos Fernandes assume que o desconforto de António José Seguro é evidente.

É preciso não ter nenhuma sensibilidade política e não ter nenhuma atenção ao fenómeno político para não compreender que existe um desconforto. E esse desconforto é expresso, depende da natureza e da personalidade de cada presidente. O presidente Marcelo Rebelo de Sousa era uma pessoa muito mais expansiva, muito mais vocal, que fazia-o de uma forma mais direta e aberta. Agora, o desconforto é visível. E quem é que em primeiro lugar tem que ter a noção e a consciência de que existe um desconforto? É a pessoa que pode resolver esse problema.

Adalberto Campos Fernandes, aqui a admitir um desconforto de António José Seguro em relação a Luís Neves, no Explicador da Tarde Política da Rádio Observador, onde esteve também Miguel Relvas, o antigo secretário-geral do PSD e ministro de Pedro Passos Coelho, pede a Luís Montenegro uma reforma profunda da organização do Executivo.

O Governo fez uma rendição e o PSD. Eu acho que deviam era fazer uma remodelação, ando a dizer isso há muito tempo, uma remodelação mais profunda na organização do Governo. O Governo precisa de uma estrutura política. O Governo tem beneficiado de uma ausência de capacidade de oposição do Partido Socialista. O primeiro-ministro vai se aguentando, mas vai chegar o momento, vai começar a afetar a imagem do primeiro-ministro e as oposições mudarão o seu comportamento e a posição mais agressiva já se vê, o PS já está mais agressivo em relação ao Ministro da Administração Interna. Ninguém pode ser insensível, porque quem for insensível e surdo àquilo que é o sentimento geral, vai pagar um preço altíssimo mais à frente.

Recado de Miguel Relvas, antigo secretário-geral do PSD, ao primeiro-ministro Luís Montenegro no Explicador da Tarde Política.

André Ventura considera que a nova polémica a envolver Luís Neves torna ainda mais evidente a perda de credibilidade do ministro.

CNM Portugal e o Nascer do Sol revelaram ontem que o ministro usa como viatura de serviço um carro apreendido pela PJ, que já usa desde que é diretor nacional da Polícia Judiciária. Em conferência de imprensa esta tarde, André Ventura avisa que os portugueses não compreendem porque razão o ministro da Administração Interna se mantém no cargo, pede uma ação rápida a Luís Montenegro.

O nível de sórdido está na incapacidade de se perceber que este ministro já não existe. Estamos numa fase em que precisamos de um ministro que exista, da Administração Interna. Estamos numa fase de incêndios, estamos numa fase de risco de segurança. Precisamos de um ministro da Administração Interna e não o temos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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