sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 4h Combustíveis. Governo espera regularizar apoios às empresas de autocarros› Europa "vem cometendo" um "suicídio energético". Miguel Sousa Tavares explica como› O "dia histórico" da privatização da TAP: 5.ª Coluna com Miguel Sousa Tavares na íntegra› Sousa Tavares: "Enquanto contribuinte, para mim o dia de ontem foi histórico. Estou cansado de dar dinheiro à TAP"› A banda formada pelo filho e netos de Gilberto Gil vai estar em Portugal este fim de semana› Exclusivo TVI. Eis as três mentiras de Luís Neves› Cessar-fogo de Trump por um fio: Rússia e Ucrânia trocam ataques e Putin renova ameaças› Montenegro diz que compra conjunta "não é solução" para a crise energética› "Macron está em guerra contra nós": estudantes franceses entram na quarta semana de protestos› Principal equipamento de fiscalização das novas tarifas fixas dos táxis ainda não funciona› 4h Combustíveis. Governo espera regularizar apoios às empresas de autocarros› Europa "vem cometendo" um "suicídio energético". Miguel Sousa Tavares explica como› O "dia histórico" da privatização da TAP: 5.ª Coluna com Miguel Sousa Tavares na íntegra› Sousa Tavares: "Enquanto contribuinte, para mim o dia de ontem foi histórico. Estou cansado de dar dinheiro à TAP"› A banda formada pelo filho e netos de Gilberto Gil vai estar em Portugal este fim de semana› Exclusivo TVI. Eis as três mentiras de Luís Neves› Cessar-fogo de Trump por um fio: Rússia e Ucrânia trocam ataques e Putin renova ameaças› Montenegro diz que compra conjunta "não é solução" para a crise energética› "Macron está em guerra contra nós": estudantes franceses entram na quarta semana de protestos› Principal equipamento de fiscalização das novas tarifas fixas dos táxis ainda não funciona
Últimas

As notícias das 4h

Observador ·
As notícias das 4h

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Quatro horas. As notícias com Maria Miguel Marques. A noite de protestos no Porto terminou de forma abrupta, depois da maior enchente de manifestantes nas ruas do Porto, a Praça D. João I está vazia. Os manifestantes alegaram falta de condições de segurança e acabaram por abandonar a praça, apesar de antes terem dito que iam voltar a dormir na rua. Este novo protesto pelo direito à habitação chegou a reunir milhares no Porto ontem, depois de na última madrugada ter existido uma intervenção policial. Na Praça D. João I esteve a acompanhar esta montanha-russa o repórter do Observador, Miguel Pinheiro Correia.

À sexta noite de protestos e depois do que foi, até hoje, a maior mobilização deste movimento, a praça, que de tarde se encheu de milhares de manifestantes, está agora praticamente vazia. Foi uma verdadeira montanha-russa aquilo que aconteceu hoje na Praça D. João I, mas não só. Já de manhã se sentiam os ânimos exaltados depois da carga policial da última noite. As palavras do primeiro-ministro e também do presidente da câmara não terão contribuído para um apaziguar dos ânimos, e isso foi visível no início dos protestos. Havia muitos cartazes dirigidos a um novo alvo, claro, Pedro Duarte, o autarca do Porto. Depois de uma mobilização incomparável com as últimas noites, a praça encheu tanto que transbordou. E sem que se esperasse, os manifestantes invadiram as ruas do Porto com a polícia a olhar atentamente, mas a verdade é que foram os próprios manifestantes que cortaram o trânsito num pequeno, pequeníssimo percurso até à Avenida dos Aliados. Ainda subiram as rampas de acesso à câmara, mas, e nestes momentos de maior tensão, a caminhada acabou por terminar pouco depois, com o regresso à praça, onde havia uma decisão a tomar e essa decisão foi tomada em assembleia popular: iriam voltar a dormir na praça, mas desta vez, sem tendas. Era esta a decisão, até que um pequeno episódio condenou esta intenção, porque a certa altura, perto da meia-noite, uma pessoa foi assistida pelo INEM depois de um desacato e a partir daí começaram a surgir insinuações por parte dos manifestantes de que haveria pessoas infiltradas e armadas com facas com o objetivo de causar distúrbios. Estas preocupações foram partilhadas com a PSP, mas ao que o Observador conseguiu apurar junto de fonte policial, a polícia revistou sim duas pessoas, mas não apreendeu armas. A verdade é que mesmo assim as suspeitas já estavam lançadas e a decisão de dormir já tinha sido revertida e por isso agora esta praça, que ainda há pouco estava completamente cheia, com milhares de manifestantes, está agora vazia. Restam poucas dezenas de pessoas, mas muito longe desses milhares que chegaram a encher a praça naquele que foi o maior protesto dos últimos dias.

Miguel Pinheiro Correia dá conta desta reviravolta no Porto, na Praça D. João I. Os manifestantes desistiram desta acampada de protesto pelos direitos da habitação nesta noite, por falta de condições de segurança. E o Partido Comunista diz que Luís Montenegro é o verdadeiro egoísta na luta pela habitação.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›