Conselheiro de Trump quer tropas preparadas para combater em redor da Lua
O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, disse aos militares e representantes da indústria na Conferência do Ar, Espaço e Cibernética, nos arredores de Washington, que as Forças Armadas dos EUA devem adaptar-se agora para que estejam "preparadas para lutar, resistir e vencer (...) do fundo do mar ao espaço cislunar".
A Força Espacial, o mais recente ramo das Forças Armadas criado por Trump em 2019, está a preparar-se para combater no espaço e nas imediações da Lua porque "a humanidade está a avançar mais profundamente no espaço".
"A função da Força Espacial é ajudar a garantir a preparação para defender os interesses dos EUA", frisou aos jornalistas o tenente-general Gregory Gagnon, chefe do Comando das Forças de Combate da instituição.
Embora várias nações, incluindo os EUA, tenham demonstrado capacidade para abater satélites na órbita da Terra, estas demonstrações ocorreram a partir do solo e contra satélites próprios.
Segundo Gagnon, "a comunidade de inteligência tem sido clara ao afirmar que os potenciais adversários procuram estender a guerra para o espaço" e que as Forças Armadas dos EUA precisam de reagir.
"Os nossos potenciais adversários, como a RPC, procuram ativamente realizar atividades no sistema, em partes do espaço", realçou Gagnon, referindo-se à República Popular da China, o nome oficial do país.
A China criou as suas próprias forças espaciais militares em 2024, incumbindo-as de aumentar a capacidade de gerir crises no espaço.
Guo instou ainda os EUA a "pararem de expandir os seus preparativos militares no espaço exterior".
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