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As notícias das 4h

Observador ·
As notícias das 4h

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Boa noite. O diretor nacional da Polícia Judiciária está a ser investigado pela PJ por abuso de poder e falsas declarações em tribunal no caso do hacker Rui Pinto. A notícia é avançada pelo "Expresso", que cita a Procuradoria-Geral da República. O gabinete de Amadeu Guerra confirma a abertura de um inquérito depois de uma denúncia apresentada por um coordenador da PJ contra o atual diretor, Carlos Cabreiro, em causa a alegada prática dos crimes de falsas declarações, por ter referido no julgamento de Rui Pinto que não foram feitas escutas na investigação. É suspeito também do crime de abuso de poder, que estará relacionado com o fato de Carlos Cabreiro ter ordenado uma escuta que tinha sido proibida pelo Ministério Público. Na análise, o redator principal do "Observador", Luís Rosa, explica que esta notícia é retrato de uma grave crise interna na Polícia Judiciária.

Este caso é mais um exemplo de como a Polícia Judiciária, neste momento, está a atravessar uma crise interna nunca vista. Esta notícia e este caso é um excelente exemplo disso mesmo, de como há uma guerra interna dentro da PJ e que está a ter repercussões públicas e obviamente que isso também coloca em causa o funcionamento da Polícia Judiciária. Portanto, acho que não só este caso, como outros casos, vão continuar a dar muito que falar, porque a Polícia Judiciária precisa de paz para fazer o seu trabalho e neste momento, essa paz não existe. Vamos ver. Quando os tomados se zangam, saem as verdade. Vamos lá ver que mais verdades é que se vão descobrir no decorrer das próximas semanas.

Comentário do jornalista Luís Rosa, a abertura de um inquérito por parte do Ministério Público ao atual diretor da PJ por abuso de poder e falsas declarações em tribunal. Os mais de 600 alunos do Conselho de Lisboa que ainda não tinham aulas, já foram colocados em diferentes turmas de várias escolas, em causa as notícias dos últimos dias, que revelam que há alunos que não foram colocados em nenhuma escola pública, apesar do ano letivo já ter começado. A CNN adiantou que só no Conselho de Lisboa eram 613 alunos. Perante isto, cerca de 30 diretores dos agrupamentos de escola de Lisboa, a Agência para a Gestão do Sistema Educativo e o Ministério da Educação estiveram reunidos até perto das 22h. O jornal "Público" e a CNN avançam que para resolver a situação, as turmas das escolas de Lisboa vão ser alargadas para os alunos que ainda não foram colocados. A reunião durou sete horas, nas quais foram colocados administrativamente os alunos em diferentes turmas de várias escolas. No entanto, a FENPROF adiantou à CNN que a situação afeta outros conselhos do país, como o de Sintra, onde 700 alunos estão ainda sem aulas. A iniciativa liberal não se vai posicionar relativamente a uma possível comissão parlamentar de inquérito ao Ministro da Educação, que o Partido Socialista continua a não descartar.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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