Basta ver um anúncio para o smartphone ser infetado? Ataque dispensa qualquer clique
Neste esquema, o ataque classifica-se como zero-click e funciona de forma totalmente invisível nos bastidores. O utilizador entra num site ou abre uma aplicação perfeitamente vulgar, o banner carrega e o processo malicioso arranca de imediato em segundo plano, sem necessidade de toques no ecrã ou downloads manuais.
Proteger o smartphone contra investidas que nem sequer pedem um clique exige agora medidas mais preventivas do que reativas. O passo evidente passa por usar sistemas de filtragem por DNS no próprio dispositivo para travar o carregamento prévio deste tipo de scripts.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em pplware.sapo.pt — o conteúdo pertence a Pplware.