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De cavalo … para a bicicleta!

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De cavalo … para a bicicleta!

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Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Sejam bem-vindos. O viajante desta semana tem um percurso ao contrário da maioria dos viajantes. Começou nas quatro rodas, em aventuras todo-o-terreno, em Portugal e em vários continentes, depois passou para as motos e atravessou desertos, zonas remotas e ultimamente tem conhecido o mundo em cima da sua bicicleta dobrável. Bem-vindo, António Cunha.

Muito obrigado, muito bem-vindo, João. É um prazer enorme estar aqui no programa.

António, não sei se é segredo, mas estás de partida para uma viagem em cima da tua bicicleta dobrável. Para onde?

Para os Balcãs. O objetivo é fazer os três países, Bósnia, Montenegro e Kosovo, partindo de Sarajevo até Pristina. São uns 550 km.

É muito pequenina. Mas permite também colocar no autocarro ou no comboio. Vou ver da melhor maneira como fazer o percurso. Está mais ou menos traçado, mas a combinação dos dois vai ser feita na altura.

São 11 mil metros de acumulado. Para uma pequena bicicleta e para as pernas é muito.

Sim, é muito fácil, porque a pessoa põe a bicicleta na mala convencional, não é uma mala extra, vai com as dimensões normais, como se viaja em turismo normal.

Estamos a falar de uma bicicleta muito pequenina, quase cabe num tote bag, quase que a levas debaixo do braço.

É bagagem de porão, normal. Mas nunca tive problemas. E sim, é isso, a pessoa vai para onde quer.

Muito bem. Vais fazer então Sarajevo, na Bósnia, até Pristina, no Kosovo. O que estás à espera de encontrar? É uma região que tu já conheces?

Não conheço nada, mas julgo que todos que passamos pela década de 90 marcou-nos a guerra da Bósnia. Das Balcãs. E tentar perceber um pouquinho melhor como é que aqueles vizinhos todos não se davam bem, entre cristãos, muçulmanos, etc.

Sempre tive curiosidade, nunca aconteceu e penso que vai acontecer agora. Tenho muita curiosidade de ir àquela ponte de Mostar, que todos vimos que explodiu. Mais do que uma opção estratégica, era um símbolo entre religiões, entre cristãos e muçulmanos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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