Ataques dos EUA causam pelo menos 11 mortos no Irão
Os chefes da diplomacia da União Europeia discutem hoje na Irlanda a imposição de novas sanções à Rússia e a situação no Médio Oriente, numa reunião onde não serão tomadas decisões concretas por ser informal.
A reunião começa às 08:30 (locais, mesma hora em Lisboa) no condado de Wicklow, no leste da Irlanda — país que detém atualmente a presidência rotativa do Conselho da União Europeia (UE) — e Portugal vai estar representado pelo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel.
Estão previstos três pontos de discussão: a guerra na Ucrânia, a situação no Médio Oriente e como reforçar a influência e o trabalho diplomático da UE no mundo.
No entanto, por ser uma reunião informal, não poderão ser tomadas decisões, servindo antes o encontro para uma troca de impressões e para avaliar o consenso que existe quanto a medidas que poderão ser aprovadas na próxima reunião formal, atualmente agendada para 12 de outubro, no Luxemburgo.
Pelo menos 11 pessoas morreram durante a última série de bombardeamentos norte-americanos contra o Irão, entre a madrugada de terça-feira e hoje, noticiou a agência de notícias oficial iraniana Irna.
Sete pessoas morreram e oito ficaram feridas num ataque com mísseis na província do Khuzistão (sudoeste), e quatro convidados de um casamento foram mortos na cidade de Kuhestak, na província de Hormozgan (sudeste), onde cerca de 50 pessoas ficaram feridas, de acordo com a Irna.
Os ataques norte-americanos tiveram início pouco depois de o Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, ter apelado para o regresso à diplomacia, atualmente num impasse.
Pezeshkian garantiu que, caso os Estados Unidos respeitassem o acordo assinado em junho, “a República Islâmica do Irão tomaria imediatamente medidas recíprocas”.
Abrimos este liveblog para acompanhar as tensões geopolíticas e conflitos mundiais, com especial destaque para a situação em torno da guerra na Ucrânia e no Médio Oriente.
Pode recordar o que se passou ontem neste outro artigo em direto , que agora arquivamos.
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