Cinco mortes em ataques em localidades do norte e sudeste da Ucrânia
N um comunicado publicado hoje nas redes sociais, a polícia de Chernihiv pormenorizou que "os russos atacaram armazéns de uma empresa agrícola na cidade de Pryluky" e salientou que, até ao momento, foram confirmados pelo menos três mortos e sete feridos.
A polícia sublinhou que foram destacados para o local agentes e especialistas em explosivos para analisar a situação.
"Os agentes estão a documentar as consequências de um novo ataque das tropas russas contra infraestruturas civis", afirmou, antes de denunciar que se trata de "um crime de guerra".
O segundo ataque, com mísseis balísticos, ocorreu no sábado contra a fábrica da ArcelorMittal em Kryvyi Rih, o segundo deste tipo contra as instalações desde agosto, informou hoje a empresa, que deu conta da morte de duas pessoas e de outros tantos feridos.
O ataque afetou o complexo dedicado à produção de ferro e as equipas especializadas estão a avaliar a extensão dos danos e os trabalhos necessários para retomar as operações, mas é "prematuro" avançar com uma estimativa fiável sobre a duração das reparações, indicou o grupo num comunicado.
Em meados de agosto, outro ataque com mísseis contra a fábrica da ArcelorMittal na Ucrânia provocou a morte de outras duas pessoas.
A produção primária de aço foi interrompida enquanto decorrem as reparações e o resto das instalações da fábrica encontra-se inativo ou a funcionar a níveis operacionais mínimos, indicou a empresa.
A ArcelorMittal salientou que a "prioridade" é apoiar as famílias e amigos das vítimas e prestar assistência aos trabalhadores afetados pelo impacto do míssil.
Os mortos no último ataque eram trabalhadores contratados, enquanto os dois feridos, que estão a ser tratados em hospitais locais, eram trabalhadores da fábrica.
Os últimos dias foram marcados por um recrudescimento dos ataques entre a Rússia e a Ucrânia, após uma recente visita aos dois países por parte dos enviados do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o objetivo de tentar desbloquear o processo de negociações diplomáticas, no quadro da guerra desencadeada em fevereiro de 2022 pela ordem de invasão assinada pelo Presidente russo, Vladimir Putin.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.