sábado, 10 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Cabo Verde quer português como língua oficial da ONU› Obama em Lisboa. Desafio da IA, guerra e "humanidade comum"› Ataque de Trump a Zelensky? Ucrânia reage e Rússia elogia: "Icónico"› Quase duas dezenas de ataques de colonos na Cisjordânia› Obama pede líderes "confiantes" que reconheçam "humanidade comum"› 21h Milhares de pessoas em protesto contra o aumento do custo de vida e da habitação› Seguro recebeu Obama em Belém: "Troca de impressões sobre atualidade"› Contestação ao aumento das propinas? "Nem vejo razão para isso", diz ministro das Finanças› Este explorador desceu às profundezas da Madeira para descobrir o que muda quando protegemos o mar› De Macklemore a Pink, a causa palestiniana divide o mundo artístico› Cabo Verde quer português como língua oficial da ONU› Obama em Lisboa. Desafio da IA, guerra e "humanidade comum"› Ataque de Trump a Zelensky? Ucrânia reage e Rússia elogia: "Icónico"› Quase duas dezenas de ataques de colonos na Cisjordânia› Obama pede líderes "confiantes" que reconheçam "humanidade comum"› 21h Milhares de pessoas em protesto contra o aumento do custo de vida e da habitação› Seguro recebeu Obama em Belém: "Troca de impressões sobre atualidade"› Contestação ao aumento das propinas? "Nem vejo razão para isso", diz ministro das Finanças› Este explorador desceu às profundezas da Madeira para descobrir o que muda quando protegemos o mar› De Macklemore a Pink, a causa palestiniana divide o mundo artístico
Mundo

Merz mantém coligação apesar de derrotas e invoca "futuro democrático"

Notícias ao Minuto - Mundo ·
Merz mantém coligação apesar de derrotas e invoca "futuro democrático"

"Estamos determinados, em conjunto, a estar à altura dos desafios históricos que o nosso país enfrenta. Trata-se, nada mais nada menos, do futuro democrático do nosso país" , declarou Merz aos jornalistas.

O líder democrata-cristão, que governa há 16 meses em coligação com a União Social-Cristã (CSU) e o Partido Social-Democrata (SPD), reafirmou a intenção de prosseguir as reformas económicas e sociais, apesar dos resultados eleitorais.

Em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, a Alternativa para a Alemanha (AfD, extrema-direita) venceu com 38,2% dos votos, seguida do SPD, com 35,5%. A CDU obteve apenas 4,9%, ficando abaixo do limiar de 5% necessário para entrar no parlamento regional, pela primeira vez na sua história.

Em Berlim, o partido A Esquerda (Die Linke) foi o mais votado, com 25,7%, seguido da CDU, com 18,8%, e da AfD, com 16,3%. Os Verdes alcançaram 14,3% e o SPD ficou-se pelos 12,1%, deixando a coligação entre democratas-cristãos e sociais-democratas sem maioria na capital.

Os resultados constituíram um duplo revés para os partidos do Governo federal: a CDU perdeu a representação parlamentar em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental e a coligação com o SPD deixou de reunir condições para continuar a governar Berlim com a mesma maioria.

O chanceler reuniu-se com a direção do partido e com os oito chefes de governos regionais democratas-cristãos, que não lhe retiraram a confiança.

Segundo a revista Stern, os dirigentes regionais voltaram, porém, a reunir-se separadamente durante mais de duas horas, sem a presença de Merz.

Entre as reformas que o Governo pretende manter está o fim da possibilidade de reforma antecipada aos 63 anos, sem penalização, para trabalhadores com 45 anos de contribuições, proposta contestada por três chefes de governos regionais do leste alemão.

O porta-voz adjunto do Governo, Sebastian Hille, assegurou hoje que o executivo mantém «absolutamente» a capacidade de atuação e afastou a hipótese de os resultados eleitorais comprometerem o calendário das reformas.

Hille reconheceu que existem vozes no SPD favoráveis a ajustamentos, mas insistiu que isso não significa que o Governo vá "questionar todo o rumo das reformas".

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.

Mais de Notícias ao Minuto - Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›